Parte 38 - Casos Curiosos - Guarda-chuvas... e sombrinhas.
O guarda-chuva foi inventado há mais de 3.000 anos, originalmente no Egito, China e Mesopotâmia para proteger do sol, não da chuva, sendo um símbolo de nobreza e status. Inicialmente visto como item feminino ou de luxo, o acessório só se popularizou entre homens no século XIX. Hoje, o nylon e o poliéster dominam a fabricação.
A mulher de sombrinha, de Monet, pode ser famosa, mas destaco ao final desta postagem uma outra mulher de sombrinha de cuja boa ação nunca me esqueci.
Possuo este grande e belo guarda-chuva há muitos anos...
... e o usei nas apsresentações do Coral aberto que iniciei ao chegar à Finlândia, no ano 2000.
O evangelista Joe, o Turco, não se ofendia de ser assim chamado, pois era armênio... no passado salvacionista evangelizava com um guarda-chuva, hoje no museu em Suffern-NY.
... em Aveiro-Portugal...
... em Porto de Galinhas-PE...
em Fulda, Alemanha.
Filha Deborah e netinha em Paris.
"Não diga a Deus o quanto a tempestade é grande.
Diga á tempestade o quanto Deus é grande."
Meu pai e eu servimos no mesmo Nono Regimento de Infantaria... No dia 7 de setembro de 1962, todos os soldados estávamos prontos para desfilar, mas choveu a cântaros... e o desfile foi suspenso.
Historicamente, militares não usam guarda-chuva fardados para manter a padronização, disciplina e prontidão, visto que o acessório impede a continência e o uso de armamento. Embora proibido no passado (decreto de 1931), normas atuais permitem o uso em situações cotidianas, mas vedam em formaturas, treinamentos ou com armamento.
Grande invenção!!
ååååååååååååååååå
The last but not the least
A história que prometi contar no início desta postagem:
Campos, RJ, 1967...
Meu assistente, Josias Gomes Ferreira - um amigo até hoje - e eu fizemos a reunião da manhã, despedimo-nos dos irmäos presentes e fomos para casa. Hora do almoço, sentamos diante da pequena mesa da cozinha, demos graças a Deus pelo alimento e começamos a conversar diante dos nossos pratos ...vazios, pois não tivemos dinheiro para comprar nada para comer.
De repente, ouvimos uma batida à porta e fui atender. Era uma de nossas irmãs em Cristo, a saudosa Cilas Peixoto, com sua sombrinha pelo sol ardente que fazia... e na outra mão uma marmita com farta comida para nós. Como soube que não tínhamos nada para comer não sei, mas certamente Deus falara a ela. E não ficou por aí... ali mesmo à porta, sem fechar sua sombrinha, disse-nos que nos próximos domingos, depois do culto, deveríamos ir à sua casa almoçar.
E quem disse que não há milagres??
Participando do aniversário de sua filhinha... com bolos que parecem sombrinhas!!
Cilas é a menina da direita, com fita no cabelo, na foto do passado.
Vê-la me faz lembrar da ilustração...
Em uma terra não chovia há muito tempo. Diante disso, o pastor convocou uma reunião de oração para suplicar por chuva. Muitos compareceram, mas vindo a chuva todos permaneceram na igreja e só a menina voltou para casa... porque, certa de que choveria, trouxera seu guarda-chuva! Que calibre de fé!
BUSCAI EM PRIMEIRO LUGAR O SEU REINO E A SUA JUSTICA,
E TODAS ESTAS COUSAS VOS SERÃO ACRESCENTADAS.
(Mateus 6:33)
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