Paulo Franke

12 fevereiro, 2026

Parte 36 Casos Curiosos...Aguas, Praias e Piscinas

 Contrastando com a ultima postagem, sobre a viagem a Laponia finlandesa, resolvi dar esta guinada e rever postagens sobre aguas, piscinas etc ate para identificar me de certa forma com  os brasileiros, que estao provando um verao atipico, com temperaturas no RS perto ou chegando a 40 graus ... Como sao duas postagens diferentes sobre o mesmo assunto, e bem provavel que haja fotos identicas... 




Nascido à beira da Lagoa dos Patos, a maior do Brasil, gosto de água!
Antes um lugar longínquo de Pelotas, hoje é um dos bairros da cidade.


E, a pouco mais de uma hora de minha cidade, fica a praia do Cassino, em Rio Grande-RS, considerada a maior praia do mundo. Em Rio Grande nasceram minhas duas filhas.
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Conheço as praias do Rio de Janeiro... Copacabana e Leblon, e tive a oportunidade de nadar na Praia da Boa Viagem, no Recife.
Visitamos num vapt-vupt as praias da Florida, EUA, que me desapontaram por serem privativas dos hotéis que ficam à sua frente. Ao longo da Flórida é praticamente impossível chegar a uma praia se você não está hospedado em um hotel.

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Em 1985 fomos viver na ilha de Åland, província da Finlândia de língua sueca. No navio até Oslo, tivemos pela primeira vez a experiência de nadar em uma piscina de navio.


Vivendo atualmente na cidade de Hämeenlinna, sul da Finlândia, onde compramos um apartamento, bem perto existe um lago.


É um lugar histórico, pois as provas de natação da Olimpíada de 1952 foram realizadas ali. Um pequeno museu relembra o evento.


Praticamente toda a cidade finlandesa possui um Uimahalli, um clube de natação disponível aos habitantes. Este é o nosso, com piscina semi-olímpica, e muitas atrações aquáticas, além de sauna.


Piscina com ondas em Oulu, Finlândia.
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Aventuras "aquáticas" nas minhas viagens



Em Sydney, na Australia, em um dia quando não havia anúncio de "cuidado tubarões"



Uma das minhas primeiras viagens enquanto na Finlândia, foi a São Miguel, nas ilhas dos Açores. Ali experimentei o banho de águas quentes provindas dos vulcões. Desisti de ir à praia pela areia preta, de fato areias da cinza de vulcão.
UEma d

Em Pamukale, na Turquia, um banho interessante, mas difícil, pois a água é cheia de colunas romanas, penso eu.


Na Hungria visitei o Lukács Medicinal Baths (na Rua Frankel, imaginem!) bonitos e saudáveis, eram em câmeras subterrâneas onde cada piscina - de diferentes formatos e iluminadas com luzes de diferentes cores - variava em sua temperatura. Voltaria a Budapeste...


Em uma viagem recente à ilha grega de Zakynthos, na praia do navio enferrujado, como chamo.


Quando fui ao Egito, meio febril, preferi observar o mar lindíssimo com sua cor azul-turquesa, sem entrar na água.


Observando o mar na ilha grega de Cós.



Em uma praia de Israel


O meu quarto dava direto para esta piscina no Algarve, Portugal.


Com camiseta de Copacabana na bela praia do Algarve.


Na primeira vez que fui a Eilat, no sul de Israel, banhando-me nas águas do Mar Vermelho.

O bilhete para ingresso à praia.


Na piscina do hotel onde me hospedei na segunda vez em que estive em Eilat.


Não fazia calor, assim só admirei o mar Vermelho.


Na piscina do navio Princess Maria, indo para São Petersburgo.


Aproveitando somente o jacuzzi nesta viagem de navio a Estocolmo


Belo mar da ilha de Mallorca, Espanha.


O bonito e caro Blue Lagoon, na Islândia.


No Blue Lagoon, água vulcânica, portanto bem quente, mas muito interessante! Há um bar na própria água onde podemos pedir o que quisermos, por conta dos 50 euros da entrada.


Sete piscinas termais na cidade de Reikjavik.


Gostei de experimentar diversas piscinas, cada uma com uma temperatura... 25 graus, 38 graus, 44 graus, esta quente demais.
Contrastando, a temperatura fora era de 10 graus somente.


Uma linda praia na Costa del Sol, Espanha.



A piscina do cruzeiro no Splendour of the Seas, aos países do Plata. No momento da foto vazia, mas sempre desagradavelmente cheia demais.


A piscina do hotel na bela Ilha Bela-SP, o "caribe brasileiro".


Ih, esqueci-me do calção de banho, pareço estar pensando nesta bela praia de Floripa!



Em Rio das Ostras-RJ, visitando o amigo Francisco e sua família. Esta foto tem uma história... foi a última vez que tomei banho de mar.



Sem palavras

Na um tanto recente viagem à maravilhosa Armênia, no melhor hotel onde já me hospedei.



A piscina pública de nossa cidade, Hämeenlinna.

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ReveR 20-21-22.06.23 - AV - Praias, piscinas e banhos....

Gosto de águas, mas não gosto de lágrimas... 
Mas o que fazer, se para achar estas duas primeiras fotos tive
que ir aos filmes de meu saudoso pai?... Claro, vendo estas, vi 
outros filmes dele, seu passatempo nos anos 50 ... emocão...




Eu, de franjinha, com 7 anos, sendo filmado por meu pai atrás de uma cachoeira
na Colônia Progresso, hoje Recanto dos Coswig, em Pelotas-RS.


Eu, de bengalinha, depois de "muitos rios que passaram por minha vida",  voltando ao mesmo lugar, nas férias de 2022,
 Obrigado, amigos, que me levaram ao hoje "Recanto dos Coswig"!


Praia do Laranjal,  na Lagoa dos Patos, em uma foto
 que tirei no inverno, vazia...


Nascido à beira da Lagoa dos Patos, a maior do Brasil *, gosto de água!
Antes um lugar longínquo de Pelotas, hoje é um dos bairros da cidade.

*A Lagoa dos Patos é a maior laguna costeira do Atlântico Sul Ocidental com 10.360 Km2.

No final dos anos 40 ou início dos anos 50, era preciso pedir permissão ao Dr. Ferreirinha, proprietário das terras, para acampar na Praia do Laranjal. Até me lembro de uma vez quando, terminando de armar a barraca, veio-nos a notícia de que meu avô, Germano Franke, havia falecido... Foi a hora de desmontar a barraca e voltar...


E, a pouco mais de uma hora de minha cidade, fica a praia do Cassino, em Rio Grande-RS, considerada a maior praia do mundo. Em Rio Grande. onde nasceram nossas duas filhas.
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Mas vamos a outras praias, outras piscinas onde me banhei ou simplesmente admirei nas minhas muitas viagens.



Vivemos atualmente na cidade de Hämeenlinna, sul da Finlândia, onde compramos um apartamento, bem perto deste lago.


É um lugar histórico, pois as provas de natação da Olimpíada de 1952 foram realizadas ali. Um pequeno museu relembra o evento.


Praticamente toda a cidade finlandesa possui um Uimahalli, um clube de natação disponível aos habitantes. Este é o nosso, com piscina semi-olímpica, e muitas atrações aquáticas, além de sauna. Durante o verão, o clube fecha por quase dois meses... para que os habitantes curtam os lagos e o sol.


Piscina com ondas em Oulu, Finlândia, onde morou a filha Martta..
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Com meu concunhado Daniel, em um banho agradável em uma praia de Helsinki durante o sol da meia-noite.


Com meu neto JV, no Mar Morto, na nossa recente viagem a Israel, um
 banho famoso mas desagradável, onde se flutua pela alta salinidade de suas águas.



Em Ivalo, na Lapônia finlandesa, em um jacuzzi, 
banho ultra relaxante. com vista linda da neve lá fora. 

Em Ashod (bíblica Azor), contemplando o Mediterrâneo.


Na piscina do hotel em Eilat,  Israel, na segunda vez em que lá fui,
conversando com um irmão na fé.




Na primeira vez que fui a Eilat, no sul de Israel, banhando-me nas águas do Mar Vermelho (vermelho, soube, pela cor de suas algas).

O bilhete para ingresso à praia.





Em uma praia de Tel-Aviv, Israel


Indo para a ilha grega de PATMOS, onde torci meu meu pé e acreditei
que ao colocá-lo na água da praia  seria curado, o que de fato aconteceu!!


Uma das minhas primeiras viagens enquanto na Finlândia, foi a São Miguel, nas ilhas dos Açores. Ali experimentei o banho de piscina em águas quentes provindas dos vulcões. Desisti de ir à praia pela areia preta, de fato areias da cinza de vulcão.
UEma d

Em Pamukale, na Turquia, um banho interessante, mas difícil, pois a água é cheia de colunas do tempo dos romanos.


Pamukkale, piscinas naturais, mas nao para banho.


À beira do Danúbio... não muito azul...


Na Hungria visitei o Lukács Medicinal Baths (na Rua Frankel, imaginem!), em Budapeste, banhos bonitos e saudáveis em câmaras subterrâneas onde cada piscina - de diferentes formatos e iluminadas com luzes de diferentes cores - variava em sua temperatura. 



Em uma viagem  à ilha grega de Zakynthos, na praia do navio enferrujado, como chamo, onde o azul do mar impressiona.


Quando fui ao Egito, meio febril, preferi observar o mar lindíssimo com sua cor azul-turquesa, sem entrar na água.


Observando o mar na ilha grega de Cós.



A convidadiva piscina do hotel em Cós.



No Algarve, Portugal, meu quarto dava direto para a piscina do hotel,


Com camiseta de Copacabana na bela praia do Algarve.


Na praia da imperdível Ilha Bela-SP



Em uma piscina em Puerto Rico - USA, 1977.


No mesmo ano, nas Bahamas.


Quando visitamos o Sea Aquarium em Miami/Fla


No navio Lapland, que nos levou a Åland...


Na piscina abarrotada de gente no cruzeiro que fiz aos Países do Plata.


Esta piscina tem uma história... quando chegamos a Joinville, na nomeacao como administradores do Lar, a piscina que havia estava atulhada de lixo e até pneus nela boiavam... A tarefa de limpá-la me desafiou e em pouco tempo os meninos se banhavam nela, para sua grande alegria!

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A seguir, as fotos da Islândia, com suas piscinas de água quente
provindas de vulcôes.




Moleza: cabeça fria pelos 10 graus Celsius e o corpo em temperatura de 38 graus, sensação ultra diferente e relaxante!


Depois de um tempo, fui provar outras piscinas do mesmo clube, mas nesta de 44 graus C a sensação já beirava ao desagradável ou quente demais.



Todas as piscinas do local têm águas que provêm da mesma fonte subterrânea.



O  fenômeno de, na terra que se chama literalmente "Terra do Gelo", haver águas termais! 

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Das dezenas de turnês pela ilha, uni-me somente a duas, uma delas à famosa "Lagoa Azul", igual no sentido de nadar em águas termais, diferente no preço, € 50.00...


Considerada pela National Geographic
uma das 25 maravilhas do mundo!



Lá chegando e olhando a desolação vulcânica à volta, é impossível imaginar que estávamos em um dos lugares mais maravilhosos do mundo!



Então coloquei "minhas bandeiras" para registrar que ali estive.



Quanto mais o céu se cobria de nuvens, mais as águas se tornavam azuis e suas margens escuras, percebi ao fotografar, sem maquiar a foto.



Quase à entrada... expectativa.



Saindo do enorme vestiário masculino, sem poder levar minha câmera, fotografei de uma janela a grande piscina natural...



Vista agora de um postal.


Pegando carona na foto de alguém que a visitou em um dia ensolarado, mostrando bem nítidas as nuvens de vapores. (Google)




Achei interessante e engraçado - porque traduz a sensação que se tem - o comentário de meu genro quando contei a nova aventura do sogro: "A pessoa deve sentir-se como um saquinho de chá!" Minha filha, que gosta muito de chá, gostou do relato e quem sabe um dia viajam até lá também.



Muito a ver com saquinho de chá, mas nada a Chá Leão (marinho, no caso)... rsrsrs
A sensação agradavelmente aquecida nos faz andar por toda a extensão e até tomar um milk-shake de cor azul, o que fiz ficando na fila em plena água para o barzinho e andando e sorvendo a bebida azul de sabor indefinido mas geladamente gostosa e por conta do ingresso.
E quando vi uma jovem tirando foto do pessoal na água, perguntei-lhe quanto custava... "Um sorriso", respondeu-me. E logo me enviava a foto por e-mail, gratuitamente.

~o~o~o~o~o~ 

The last but not the least

Meu saudoso pai, homem dos 100 passatempos, construiu este barco com seu irmão.


Mais tarde, comprou uma lancha e nela passeávamos
pelos rios e arroios de Pelotas.



Esther Williams, a rainha das piscinas da MGM... a foto que me enviou e alguns DVS que possuo, presente de minha filha.


Meu neto JV "saiu" ao seu bisavô e ama velejar, o que está fazendo no mar Báltico no momento em que preparo esta postagem. Fala em convidar-me... EU?? Gosto de água, mas duvido que aceite seu convite!

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Quase suspense... A PISCINA


Penso nunca ter publicado esta foto que tirei no Egito, de uma bela e tranquila piscina à beira do não menos belo rio Nilo, ao fundo (contrastando com a atual situação do país...). Talvez por esperar uma boa oportunidade é que ainda não a tenha publicado no meu blog. Esta oportunidade chegou, por duas razões:

- por ver tantas piscinas nas fotos de amigos, em férias no forte calor do verão brasileiro deste ano...

- porque recebi recentemente uma história em forma de powerpoint que, reconheci, também traduzimos e a publicamos no jornal do Exército de Salvação de fevereiro de 1982, há 30 anos, porém de mensagem sempre atual!


Um amigo jornalista tinha o hábito de visitar uma piscina interna toda a quinta-feira. Havia um certo homem que ele encontrava na piscina e que sempre o intrigava. Esse homem sairia da cabine com seu calção de banho, dirigia-se para a borda da piscina e mergulharia a ponta do pé na água. Então se encaminharia para o mais alto trampolim e daria um magnífico salto, nadando em seguida, em esplêndida forma.

Era difícil para o meu amigo compreender por que um nadador e mergulhador tão experimentado teria o hábito de um principiante, mergulhando a ponta do pé na água. Certa noite tomou coragem e perguntou-lhe por que procedia assim.

O homem sorriu e respondeu: "Suponho que seja por força do hábito; entretanto, há uma razão e eu vou contá-la."

Ele era um instrutor de um grande colégio para rapazes. Seu trabalho era ensiná-los a nadar e mergulhar. Ele estava na piscina quase todo o dia e conheci-a centímetro por centímetro.

Certa noite, não conseguindo conciliar o sono, decidiu nadar, pensando que o exercício ajudaria a combater sua insônia.

"Não acendi as luzes da piscina", continuou, "pois conhecia cada centímetro do local, e a parede e o teto eram de vidro. A lua brilhava através dele, projetando a sombra do meu corpo na parede do outro lado. Meus corpo e braços formavam um perfeito sinal da cruz. Não posso explicar-lhe por que não mergulhei naquele momento; não pressentira perigo algum.

"Ao olhar para a sombra da cruz, comecei a pensar na cruz de Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão. Surpreendi-me, no entanto, ao estar repetindo as palavras de um hino que aprendera quando ainda era menino: Foi na cruz, foi na cruz onde, um dia, eu vi meu pecado castigado em Jesus; foi ali, por fé, que os olhos abri e agora me alegro em Sua luz!

"Não posso dizer-lhe quanto tempo permaneci ali ou por que não mergulhava. Desci e encaminhei-me à escada de acesso à piscina, que chegava até o fundo, e comecei a descê-la. Cheguei ao fundo e meus pés tocaram o chão frio de concreto da piscina. Na noite anterior, o zelador havia esvaziado-a para limpeza e eu não sabia. Compreendi, então, que se tivesse mergulhado teria sido o mergulho para a morte.

"A cruz na parede", acrescentou, "salvou-me naquela noite. Fiquei tão agradecido a Deus por ter poupado a minha vida que me ajoelhei no frio ladrilho e pedi a Jesus Cristo salvar a minha alma. Experimentei uma libertação dupla naquela noite. Essa, senhor, é a razão pela qual sempre coloco o meu pé na água antes de mergulhar."

John Thompson, Council Fires.

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