Paulo Franke

27 novembro, 2021

ReveR - M/viagem a Nuremberg e o filme "Julgamento de Nuremberg"


Quarto e último dia, novamente... Tarde silenciosa, neve lá fora... esposa viajando...  etc.

...relembrei minha passagem por aquela cidade alemã, importante no contexto da Segunda Guerra Mundial. Recomendo o filme histórico, com grande elenco.




De trem pela Europa 4 - Nuremberg (Alemanha)

Eu poderia ter estendido a minha estada em Salzburgo, cidade beleza-pura, e visto outras atrações não só as ligadas ao filme The sound of Music (A Noviça Rebelde), mas quis chegar a Nuremberg no dia em que havia combinado com meu colega administrador da obra social do Die Heilsarmée (Exército de Salvação), o qual aguardava a minha chegada. Assim, da Áustria voltei para a Alemanha.






O lindo prédio da Haus Rothstein onde o Exército de Salvação em Nuremberg abriga quase 100 homens necessitados e dá-lhes não só abrigo, mas também tratamento aos alcoolistas, aos drogados, aos psicologicamente enfermos, além de assistência espiritual, uma obra impressionante! O bairro tem uma grande comunidade turca, que por pouco não me faz pensar que estava na Turquia. E havia bandeiras turcas por todo o lado devido ao já mencionado anteriormente Campeonato Europeu de Futebol.




Em um prédio anexo há apartamentos para hospedar famílias em caráter emergencial. Como não estava totalmente ocupado no momento, deram-me acomodaço em um desses apartamentos, completamente montados e, na geladeira, refrigerantes, sucos diversos e água mineral, à vontade. O café da manhã, muito farto, eu tomava junto com a clientela simpática da instituição, muitos admirados que eu com o rosto que tenho descendo de alemães!!





E em frente do prédio mais um Supermercado da rede alemã Norma, nome de minha irmã mais velha que quero visitar no ano que vem no sul do Brasil, permitindo o Senhor. Muita fartura espiritual para ti, Norma!





Na manhã seguinte, com grande expectativa saí a explorar a famosa e histórica Nuremberg. A cidade destaca-se pelos seus muros milenares. Naturalmente foi inteiramente bombardeada na Segunda Guerra Mundial, mas em parte reconstruída de acordo com o estilo original. Dentro dos muros, no entanto, estilos antigos e também modernos de prédios se encontram lado a lado.
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Uma grande igreja luterana ao fundo e uma escultura cômica ao redor da fonte.




Janelas comuns e uma janela tipo medieval. Em Nuremberg diferentes estilos convivem
muito bem.



A casa de seu filho mais famoso, o arquiteto e pintor Albert Duhrer.






Um concerto na tarde do domingo chuvoso.





No primeiro plano, o restaurante Kentucky Fried Chicken, o frango frito preferido de minha família há anos, só que inexiste na Finlândia. Dei-me ao luxo de sentar e comer até "engordurar o bigode", pois Nuremberg ficou marcada como a cidade onde gastei menos, fora a despesa do KFC, que não foi muita, somente € 1.00 do Internet-café para enviar e-mail para a família, o que aconteceu em cada cidade visitada.
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No domingo, em uma bonita capela, participei do culto com os homens da instituição e fui convidado a falar, idem almoçar com os colegas oficiais. Após, uma siesta...


Refeito, fui visitar o histórico Palácio da Justiça de Nuremberg onde aconteceu o tribunal para julgar tanto juízes do Terceiro Reich (conforme o filme O Julgamento de Nuremberg) quanto criminosos de guerra nazistas.





O prédio anexo, abaixo, foi o escolhido para o julgamento por ter sido pouco danificado nos bombardeios de que Nuremberg foi alvo.




Esperei por mais de uma hora para ingressar na próxima tour. Enquanto isso conversei com uma senhora de idade e nacionalidade alemã que vive desde o final da guerra nos Estados Unidos. Parece que ela sentia necessidade de falar - tempo havia! - e declarar que nunca ficara sabendo das atrocidades que aconteceram em seu país, somente quando foram reveladas ao mundo. Contou do choque que levou ao saber, anos depois, a respeito do que lhe havia sido ocultado.



Para provar que visitei o local do julgamento de Nuremberg (pareco um tanto assustado...)




O local onde se sentaram os criminosos nazistas (percebam a moldura de mármore da porta, a mesma diante da qual estou na foto anterior).






Depois da palestra de mais de uma hora, momento para fotografar os posters dos 24 líderes nazistas que receberam sentença pelos seus horrendos crimes. Uma busca pelo Google fornecerá dados e informações ao leitor interessado, quem sabe em conhecer mais dos lances do Julgamento de Nuremberg, portanto poupo-me de fazê-lo nesta postagem.






Pelo poster pode-se ver o prédio do tribunal, à direita, local esse que tinha comunicação com a prisão onde ficavam os criminosos e onde se deu a execução de muitos deles.







O local ainda é usado como tribunal. A cruz foi colocada bem depois do término da guerra.


Argentina, 1961, o carrasco Adolph Eichmann, responsável pela morte de 6 milhões de judeus, foi julgado em Israel em 1962, executado e seu corpo cremado. Lembro-me de acompanhar o episódio pelos jornais da época. Assisti também ao filme sobre sua captura por agentes israelenses.





Caso encerrado? Ao sair, pensei nas oportunas palavras de Jesus sobre o inferno: "... ali haverá choro e ranger de dentes" (Mateus 24:51). E pensei na cruz ao alto da sala, símbolo do amor redentor de Jesus Cristo e de Seu perdão, oferecido a todo o pecador arrependido. Aguarde ler a experiência de uma mulher cristã que foi para o campo de concentração por esconder judeus e, encontrando um dos guardas do campo após a guerra, perdoou-o pelo mal que lhe fizera (visita ao Museu Corrie ten Booom em Haarlem, Holanda).



No outro dia, uma longa caminhada até o local das paradas e rallies de Hitler. Indo para lá, encontro a rua Anne Frank.






Ao chegar, fotografei posters espalhados pelo local da Tribuna de Zeppelin.















Eu e meus pensamentos I...



Eu e meus pensamentos II...




Como escreveu o poeta português E. de Queiroz, "O homem constrói monumentos, mas só ruínas semeia, para morada dos ventos."




O abandono é total e proposital. Neste "lugar de altas honras nazistas", palco das maiores homenagens a Adolph Hitler e ao nazismo, como que zombando do passado acabava de acontecer um concerto de rock da MTV. Quando cheguei ao local, vi sujeira por todos os lados, típica de fim de festa, em um sentido combinando com a História.


Sentado no pódio onde discursava o ditador que se suicidou covardemente (o meu leve sorriso não entendi).




Neste lugar o silêncio fala profundamente...

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Mas, finalizando, falemos de paz...





Agradeço a este bonito casal de capitães, Achim e Anette Janowski, membros desta imensa família salvacionista a qual também pertenço. E homenageio-os não somente por terem recebido este colega-viajante, que nem conheciam, de forma tão cristã e hospitaleira, mas também pelo trabalho que fazem em pról dos sofredores, gastando suas vidas para aliviar-lhes o sofrimento, a exemplo de Cristo a Quem servem. (Achim falou-me da existência de um livro sobre o Die Heilsarmee (Exército de Salvação) durante o período de trevas da história da Alemanha, quando os salvacionistas foram proibidos de usar seus uniformes como também de reunirem-se para louvar a Deus e ouvir a Sua Palavra, conservando-se no entanto fiéis e recomeçando seus trabalhos após a guerra).


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O DVD que de Nuremberg encomendei ao meu filho no Brasil. Como "On the Beach" (A Hora Final), um filme do diretor Stanley Kramer,  de quem sou fã.

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THE LAST BUT NOT THE LEAST

Da minha colecão ou não, recomendo os seguintes filmes antigos e, entre parênteses, os que tenho link por ter visitado a cidade, o museu etc. *

O Egípcio ( Egito)/
Lili (MGM-Sony)/ 
Davi e Betsabá (idem)
Violinista no Telhado (Ucrânia)
A Lista de Schindler (Museu-Fábrica na Cracóvia)
Doutor Jivago (visitei as cidades finlandesas das cenas de trem e neve)
O Refúgio Secreto (Museu Corrie Ten Boom, Haarlem)
Sublime Tentacão(4 estúdios em Hollywood)
A última vez que vi Paris (Paris e o estúdio MGM-Sony) 
O Príncipe Estudante (Heidelberg e o estúdio da MGM-Sony)
O Filho Pródigo (estúdio respectivo)
O maior espetáculo da Terra (idem)
BEN-HUR (idem)
Os 10 Mandamentos (idem)
A princesa e o plebeu (Roma)
O Diário de Anne Frank" (Anexo Secreto, Amsterdam)
O Menino do Pijama Listrado (visitei divs. campos concentracão)
Fuga de Sobibor (visitei o respectivo campo na Polônia)
O Pianista ( gueto de Varsóvia/Polônia)

* Essas visitas poderão ser vistas ao acessar um dos 4 "Índices dos meus tópicos no meu blog")


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26 novembro, 2021

ReveR - Filme histórico EXODUS-MGM... a quem ama Israel!



Terceiro dia, novamente... Tarde silenciosa, neve lá fora... esposa viajando... não é problema para mim assistir muitas vezes a um filme que significou muito para mim... e que tenho como DVD na minha pequena colecão de filmes antigos. Assim o fiz. Tudo o que me diz respeito com relacão ao filme se encontra nesta postagem... Bem-vindos, amigos, à sua leitura!

Livro/filme EXODUS - Leon Uris/Paul Newman






Exodus

O ano, 1967. Eu vivia na cidade de Joinville-SC na época, o primeiro lugar aonde o Exército de Salvacão me enviou após tornar-me oficial. Certa vez emprestei da biblioteca local o livro Exodus, de Leon Uris, e comecei a lê-lo. Desde as primeiras páginas concluí que não poderia simplesmente interromper a leitura e deixar para uma outra ocasião. Decidi, então, de uma forma radical, "encerrar-me" em casa naquele dia de folga e lê-lo direto, levassem quantos dias levassem, pois é um livro grosso. Os dias que não trabalharia compensaria mais tarde. E assim aconteceu... Após dois dias de leitura, adquiri, interessado, muita informacão a respeito dos judeus e mais, somei ao amor por este povo - que meu pai me transmitira - outra enorme dose de amor que meus leitores deste blog podem comprovar através de muitas postagens sobre minhas visitas a campos de concentracão, sinagogas, locais, monumentos etc. ligados aos judeus, sem falar na inesquecível viagem a Israel e no sonho de lá voltar. Portanto, obrigado, meu saudoso pai, e obrigado, meu Pai Celestial, o El Shaddai!


Leon Uris

Enérgico e destemido, Leon Uris, um judeu-americano de Baltimore, foi um escritor aventureiro, que viajava incansavelmente, às vezes arriscando sua própria vida. Em 1956, por exemplo, foi ao Oriente Médio realizar as pesquisas para escrever Exodus e acabou cobrindo a Crise do Suez, entre Israel e o Egito, como jornalista e enviado especial. Foram estas as suas palavras a respeito do livro que escreveu: Exodus registra o maior milagre de nossos tempos. O livro conta a história dos judeus voltando depois de séculos de abuso, tortura e assassinato para esculpir um oásis na areia, com coragem e com o seu sangue.

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Abaixo, transcrevo da dobra da edicão da época em que o li, um resumo do próprio livro de Leon Uris, esperando com isso que também meus caros leitores o adquiram ou o emprestem de sua biblioteca local. Entre partes do resumo verão fotos do filme Exodus, do diretor Otto Preminger, com Paul Newman,  Eve-Marie Saint, Sal Mineo, John Derek nos papéis principais.




"Um dos livros mais comentados dentre os êxitos de livraria dos últimos anos, Exodus é, antes de mais nada, um romance em que a história do Estado de Israel é narrada com tanta riqueza de informacões, que proporciona ao leitor um manancial de conhecimentos sobre os povos do Oriente Médio, suas lutas e contrastes. É um romance singular, que narra na aventura e no drama o que foi uma das grandes epopéias dos tempos modernos: a criacão de um país independente e forte onde antes só existia um deserto.


Se se tratasse, porém, só desta narrativa, correria Leon Uris o risco de escrever um livro comum, repleto de feitos heróicos, mas sem maior significacão para os leitores em geral, não interessados diretamente na formacão do Estado judaico. O interesse desse romance resulta, isto sim, dos grandes painéis que Uris vai escrevendo, à medida que surgem os personagens.


É assim que conhecemos a família Landau, na Polônia - o drama do ghetto, sua rebelião contra os nazistas. E a Alemanha de antes da guerra: a perseguicão contra os judeus, as fugas para o exterior, pais e filhos separados. A crueldade e animalidade nos campos de concentracão. a sobrevivência dos espertos. A degradacão da condicão humana. A Rússia tzarista e o cultivo das mais sagradas tradicões judaicas pelas comunidades, sempre perseguidas.








O terror dos pogroms, as implacáveis matancas - tanto mais implacáveis quanto mais periódicas, sistemáticas, gratuitas. O alvorecer do século 20 encontra na Palestina os pioneiros das comunidades agrícolas judaicas, esbocando o que viria a ser o Estado de Israel. O sionismo se torna uma realidade: alastra-se no Ocidente e favorece a implantacão das comunidades judaicas. A Segunda Guerra Mundial é o momento decisivo para a imigracão em demanda na Palestina.




Aos os horrores dos campos de concentracão, novos campos de concentracão: os que recolhem os imigrantes ilegais. E, finalmente, dentro da própria Palestina, a luta mortal contra os árabes, que até hoje prossegue. Ben Canaan, Kitty, Zev Gilboa, são alguns dos muitos personagens que o leitor encontrará neste romance-rio, onde é praticamente impossível distinguir realidade da ficcão. Comovente, autêntico, sincero, grandioso em diversas passagens, Exodus é um dos marcos da literatura de nossa época. Esta reedicão, de há muito exigida pelo público brasileiro, revista e melhorada, é uma prova incontestável do talento de Leon Uris."

E acrescento: comumente, quando vejo um filme e leio o livro em que foi baseado, minha preferência vai para o que li ou assisti primeiro. Com Exodus não foi diferente. Li o livro, como escrevi no início, que causou um impacto em mim, e decididamente considero o melhor livro que já li na minha vida, após a Bíblia. Assistindo ao filme, anos mais tarde, comecei a comparar as personagens de ambos em detrimento dos bons atores Eve-Marie Saint (Kitty), Sal Mineo (Dov) e Lee J. Cobb. Quanto ao ator Paul Newman, uma excecão, achei-o magistral ao interpretar o forte Ari Ben Canaan!
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Paul Newman, que faleceu recentemente com 83 anos, era filho de um pai judeu com mãe católica. Identificou-se sempre como judeu, e declarava que ao agir assim "era mais do que um desafio!" Foi ator, diretor, filantropo, ativista liberal, além de participar de corridas de carro. Sua segunda esposa foi Joanne Woodward, e teve cinco filhos e dois netos.


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O navio Exodus, citado no livro, que em 1947 levou 4.515 emigrantes judeus adultos e 655 criancas, sobreviventes de diferentes campos de concentracão, para a Palestina. Jornalistas do mundo inteiro criticaram a dureza e a crueldade dos britânicos por não deixarem o navio rumar ao seu destino, a Terra Prometida dos judeus, em cumprimento a muitas profecias milenares, o que aconteceu somente após muitas tentativas frustradas. A frase tornou-se famosa: "Os alemães nos mataram e os ingleses não nos deixam viver". (Leia mais no Google - navio Exodus Chipre)






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Viagem a Israel - abril 1986... e em 4 ocasiões mais!!



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L i n k s


Livros em português da autoria de Leon Uris que possuo: Exodus, QBVII e Mila 18, este baseado no levante do gueto de Varsóvia (à venda em livrarias brasileiras).

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Acesse o


http://www.youtube.com/


e ouca a música-tema do filme Exodus por Pat Boone, Mantovani e sua orquestra etc.

This land is mine, God gave this land to me/ This brave and ancient land to me/ And when the morning sun reveals her hills and plain/ Then I see a land where children can run free/ So take my hand and walk this land with me/ And walk this lovely land with me/ Though I am just a man, when you are by my side/ With the help of God, I know I can be strong/ Though I am just a man, when you are by my side/ With the help of God, I know I can be strong/ To make this land our home/ If I must fight, I'll fight to make this land our own/ Until I die, this land is mine .

(Ernest Gold, que ganhou um Oscar pela música)

Esta terra é minha, Deus deu esta terra para mim/ Esta terra, brava e antiga, para mim/ E quando o sol da manhã revela suas colinas e planícies/ eu vejo uma terra onde as criancas podem correr livres./ Então, tome minha mão e caminhe por esta bonita terra comigo/ Embora eu seja apenas um homem, quando você está ao meu lado/ Com a ajuda de Deus eu sei que eu posso ser forte, para fazer esta terra o nosso lar/ Se eu devo lutar, eu lutarei para fazer esta terra nossa/ Até eu morrer, esta terra é minha. (traducão literal)

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Comunidades do Orkut: Exodus e Leon Uris



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Veja no Índice de todos os meus tópicos:

Visita a Auschwitz-Birkenau/Museu Anne Frank em Amsterdam/De trem pela Europa - Bergen-Belsen (visita ao campo de concentracão), além de outros citando heróis que protegeram judeus durante a guerra.

12 Comments:

Amigo Paulo,
Parabéns pelo post sobre Exodus.
Me motivou à rever o filme, um dos melhores que já assisti.
Você é mesmo uma benção!
Obrigada por existir e nos brindar um Blog sensacional!
Abraços,

By Anônimo, at sábado, novembro 01, 2008 11:24:00 PM



Parabens!
todas as vezes que o senhor me manda uma mensagem que tem algo novo escrito em seu blog eu corro logo pra ler porque sei que terei uma leitura de boa qualidade.Primeiramente gostaria de lhe agradecer por amar ao povo judeu, um povo rejeitado ao longo de toda a historia e odiado por muitos.Por nao ter se deixado sucumbir por muitas doutrinas cristas de que os judeus foram rejeitados e agora os cristao sao os judeus escolhidos...Uma pessoa intelectual como o senhor nao iria aceitar uma coisa dessas.
Entao gostaria de lhe agradecer por nos amar, por estar do nosso lado, por amar Israel, por ter coragem de expor em publico seu amor por Israel...o senhor é verdadeiramente um tzadiki...Baruch Hashem...
Que o Eterno, o D.us de Avraham, Itzaak e Yaakov o abencoe grandemente...
Shavua tovah
Hannah bat Nissim ( fulgo la vie en rose)

By Anônimo, at sábado, novembro 01, 2008 11:50:00 PM



... interessante ler no seu blog acerca de Exodus, e descobrir que 1967 ano de meu nascimento (rs), lera este livro que te marcou. Eu agora entrando na fase dos quarenta -e com algumas inquietações de ordem pessoal- fiquei agora curioso e vou procurá-lo (e ver se acho o filme). O diretor do filme, Otto, tem o mesmo nome de meu avô da parte alemã. Minha mãe-menina ficou refugiada no sul da Alemanha enquanto as bombas caíam... Tenho grande apreço pelo povo judeu, claro pela nossa crença e por ver que esse Deus que nós temos tem sempre abençoado esse povo, incluindo os que não tem o sangue mas tem o mesmo Deus.
Grande abraço e parabéns pela manutenção de seu blog com assuntos bem interessantes.
Shalom

By paulofranke, at segunda-feira, novembro 10, 2008 9:07:00 PM



Sr Paulo,
Sou professora e tenho grande interesse pelo tem "Segunda Guerra Mundial". E, antes mesmo de minha conversão(sou protestante) sempre nutri grande carinho pelos judeus.
O senhor poderia enviar-me alguns nomes de livros relacionados com o tema? lilianaltivo@hotmail.com
Obrigado.

By Unknown, at domingo, dezembro 07, 2008 6:44:00 PM



Sr. Paulo,
Li Exodus quando tinha 15 anos (hoje tenho 42)e tenho gravado na memória e principalmente no coração.É um livro fascinante.
Os nazistas tentaram eliminar os judeus (infelizmente ceifou muitas vidas)mas a coragem e dignidade desde povo é surpreendente e admirável.Leon Uris mostra todo o sofrimento c/ riqueza de detalhes.
Shalon Adonai !!!!

By Anônimo, at terça-feira, dezembro 01, 2009 8:23:00 PM



sr.Paulo, em primeiro lugar, muito prazer!Cheguei até seu blog na busca do elenco do filme "Exodus", para tirar uma dúvida.Dúvida esclarecida mas apaixonei-me pelo que estou lendo, a respeito dos judeus escrito pelo senhor.Sou descendente de italianos e portugueses,nunca ouvi, em familia nenhuma referência a alguma ligação com esse povo, por isso a minha dúvida se a ligação que sinto, o meu Sionismo natural não será algo de uma ligação transcedental pois me sinto tão plena, tão cheia de amor por esse povo, procuro ler tudo o que encontro sobre isso, e tudo que leio me causa uma tristeza profunda, choro dias a fio, chego mesmo a entrar em depressão. Esta semana relí, pela 4ª vez, eu acho, o Exodus do Leon Uris, a cada vez que leio me sinto mais ligada a esse povo.Tenho mesmo uma idéia fixa de que minha família paterna quando emigrou de Portugal para o Brasil, em fins do século dezenove, tendo que trocar de nome por motivos explicados por eles mas que não são muito claros e sabedora de que a maioria dos judeus trocou de sobrenome em suas fugas, desenvolvi a teoria de que o sobrenome escolhido por eles para a mudança que é de "Rochedo", que é como me chamo, não é nada mais do que inspirado no "Domo do Rochedo" em Jerusalém.Enfim, sinto um Amor tão grande por Israel como se lá fosse minha pátria!Tenho a maior admiração por esse Povo tão sofrido, que sabe-se lá não será o meu povo!Adorei encontrar seu blog e conhecê-lo mesmo assim virtualmente!Shalom !

By sandra rochedo, at sábado, maio 22, 2010 2:10:00 AM



Paulo, parabéns pelo seu blog!!! Ele é riquíssimo em fatos e fotos. Já li quase todos os seus posts sobre o Holocausto. Sofri muito, mas aprendi muito mais... Espero que você continue pesquisando e escrevendo sobre o sofrimento dos Judeus durante a II guerra, para que o mundo nunca esqueça. Gostaria de ver um post seu sobre Clara Kramer. Li o livro dela "A GUERRA DE CLARA" e não consegui parar como você ao ler "EXODUS". Recomendo, se é que você ainda não leu ; )) Ah, te add no orkut viu. Um forte abraço de uma admiradora do seu blog e das suas viagens...

By Unknown, at segunda-feira, julho 26, 2010 5:56:00 AM



Eu li EXUDOS de Leon uris ,nunca mais esqueci.
Nao imaginava que existissem pessoas,tão entusiasmadas
Com esta história maravilhosa.
Revivi,este momento ao indicar o livro a um joven amigo,
Que apesar de jovem,se interessou muito em saber sobre o povo judeu.
Espero poder continuar a participar sobre,outros livros deste inesquecível escritor.
Parabéns pela iniciativa.
Meu nome JOSÉ ABRAO
Curitiba Paraná.

Sábado, Fevereiro 11, 2012 2:11:00 AM

By Josė Abrão, at sábado, fevereiro 11, 2012 2:22:00 AM



Eu lí e não contente com uma só leitura, reli outras 10 vezes, no mínimo. E no momento estou lendo novamente e por curiosidade sobre Ben Gurion cheguei até esse maravilho blog.
Parabéns por esse trabalho!

Rio de Janeiro
Marcos Rogerio

By Marco Rosa, at sábado, junho 29, 2013 2:32:00 AM



Eu lí e não contente com uma só leitura, reli outras 10 vezes, no mínimo. E no momento estou lendo novamente e por curiosidade sobre Ben Gurion cheguei até esse maravilho blog.
Parabéns por esse trabalho!

Rio de Janeiro
Marcos Rogerio

By Marco Rosa, at sábado, junho 29, 2013 2:33:00 AM



Livro extraordinário; ano passado havia lido A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS. Acompanho o dia-a-dia do conflito no oriente. Sempre soube do sofrimento, da bravura e da força do povo judeu. ÊXODUS, o livro foi muito bem elaborado. O tenho em casa há mais de 30 anos; a minha esposa sempre o recomendou para leitura. Introduzi na agenda e fui a isso. Chorei de emoção - tenho 68 anos de idade e toda a minha família foi batizada na igreja católica. Atualmente faço estudos e reflexões sobre identidades e povos. Não conheço outro povo de história tão épica e de tanta fé em suas raízes e fidelidade as suas raízes.Quero ver o filme. Ary Txay (Salvador/Ba)
txau@uol.com.br

By Anônimo, at segunda-feira, novembro 10, 2014 6:06:00 PM



Caro Paulo
Como voce fui a Eretz Israel em 2013 e só senti felicidade e alegria por poder estar na Terra do meu Jesus e conhecer o seu povo, que percebi é muito amoroso.
Adorei seu blog. Bjo grande
Jeanete Pontes (Bibliotecária Memorialista) AABBSP

By Anônimo, at quarta-feira, maio 06, 2015 10:43:00 PM

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