Paulo Franke

04 outubro, 2010

6 - Visita à Fábrica-Museu de OSKAR SCHINDLER

Continuando...

A visita... O filme...


No dia anterior, do castelo da Cracóvia, fotografei a ponte ao fundo sobre a qual passaria para visitar a Fábrica-Museu de Oskar Schindler.



Por falta de tempo não visitei o bairro judeu de Kazimierz, onde viviam 68 mil judeus, transformado em 1941 em um gueto. Poucas centenas sobreviveram no final da guerra. O próprio bairro escapou da destruição pela razão de que os alemães queriam nele estabelecer um macabro museu sobre "a raça que se desvaneceu/se evaporou" (puro engano!)... No círculo, o local da fábrica.



Foto Google da fábrica quando ainda não se transformara em museu, o que aconteceu há poucos anos, agregando-se assim aos Museus Históricos da Cidade de Cracóvia.



Preferi tomar o tempo necessário para visitar a fábrica-museu do que me unir a uma excursão a pé que visitaria o bairro judeu e passaria diante da fábrica, sem visitar o seu interior. A visita ao bairro em uma nova visita à Cracóvia, quem sabe?



Impressionante e de máximo interesse o que aconteceu neste lugar e através desse portão, fielmente retratado no filme "A Lista de Schindler", que espero meus leitores assistam, procurando-o numa locadora ou adquirindo o DVD.



Nas vidraças, tanto por fora quanto por dentro, fotos dos operários de Schindler (ou "os judeus de Schindler"), totalizando a 1.100 que ele, empregando-os, salvou do extermínio.



À entrada da fábrica.



"Aquele que salva uma vida, salva o mundo inteiro", frase do Talmude em placa à entrada da fábrica.


Foto do corajoso Oskar Schindler com os "seus judeus", herói que arriscou sua vida para salvar judeus do extermínio planejado por Adolph Hitler. Oskar foi um católico nascido em em Zwitau, Tchecoslováquia, em 1908. Era membro do partido nazista. Adolph Eichmann, que maquinou e executou "a solução final", o odiava.



À recepção da fábrica-museu, recebemos um folheto-guia intitulado "A Cracóvia sob a ocupação nazista 1939-1945.




Na contracapa, o mapa a ser seguido pelo visitante, começando no andar térreo e subindo-se escadas originais que atingem o segundo andar.



O ingresso, 15.00 zl (€ 5.00) e 15h40 o horário de minha chegada. Fotos da época mostram como se desenrolava a vida dos cidadãos sob a ocupação nazista.



Eu pensava que adentraria uma fábrica desativada, locações do filme "A Lista de Schindler", mas, como já mencionei, em anos recentes as grandes instalações da fábrica original foram transformadas em um moderno museu de dois andares, com grandes corredores de exibição também da ocupação alemã à Cracóvia. O ano de 1943, auge dos acontecimentos... chamando-me a atenção por ser o ano em que nasci, longe, muito longe de todos aqueles horrores.



A vida dos cidadãos poloneses foi transformada em pesadelo, enquanto que para os judeus significou gueto, trabalhos forçados e deportações em massa para Auschwitz-Birkenau e a outros campos de extermínio nas proximidades da cidade, portanto morte!




Quase à entrada, há como que um "relógio-ponto" onde são carimbados o símbolo polonês do "magistrat" e o símbolo nazista. Para o leitor entender melhor, traduzo as inscrições de ambos:

Cracóvia, 6 de agosto de 1939. O último dia da 25a. reunião anual dos soldados da Legião Polonesa celebrada na Cracóvia; o "Marshall" Edward Ryds tomou parte no evento.

Cracóvia, 1 de setembro de 1940. Os nazistas celebram o primeiro aniversário do início da guerra em Rynek Glowny, na Cracóvia. Durante o evento, o nome da praça foi oficialmente transformado em Adolf Hitler Platz.


Um quadro de anúncios alemão na Cracóvia, acervo do museu.


Que me lembre, foi a primeira vez que vi em um museu um uniforme nazista...


... e um quépe que cobria a cabeça maligna, cruel e endemoninhada dos militares nazistas.


Também um capacete de aço com a suástica bem visível e um cantil.


Na fábrica de Oskar Schindler os operários eram tratados com humanidade. Na foto, réplica da farmácia (apotheke) da fábrica. A mesma palavra é usada para farmácia em sueco e em finlandês, com pequena variação no final.


E no segundo andar do museu instalado na fábrica, chegamos ao escritório de Oskar Schindler, onde altos negócios eram tratados e também altos planos e transações, inclusive financeiras, para salvamento dos judeus.

Fotos, objetos típicos de uma escrivaninha e jornais da época.


Exibição, no escritório, dos produtos da fábrica, além de outros que só se assistirmos ao filme tomaremos conhecimento.



Três postais que adquiri no local, design Czwórka.



Fotografei somente uma das paredes onde constam os nomes dos operários da fábrica, os "judeus de Schindler".


Originais ou não, ao longo da visita vemos equipamentos industriais.


Enquanto havia instrumentos para a morte, esses salvaram vidas.



Muitos carrinhos transportaram corpos para serem enterrados ou cremados; estes carregavam os produtos da fábrica salvadora de muitos judeus!


Exposição de fotos de Oskar Schindler e de seus operários à saída da fábrica-museu.


Depois da guerra, o herói Schindler posa junto com judeus em Israel, país onde foi reverenciado e que, em certa época depois da guerra, visitou a cada ano.



À saída, as vidraças contendo também no seu interior fotos dos salvos pelo herói.



Comprei esta canequinha esmaltada, souvenir da fábrica, produzida exatamente com a mesma tecnologia do tempo da guerra. E o DVD "A Lista de Schindler".



O diretor judeu Steven Spielberg foi à Cracóvia filmar "A Lista de Schindler" em 1993. Aqui, dando instrucões a Liam Neeson, que interpretou Schindler. Neeson teve sua tragédia pessoal em anos recentes com a morte acidental de sua esposa. Os flocos caindo não são para parecerem neve, mas cinzas de cadáveres cremados que saíam incessantemente pelas chaminés. Não recebendo autorização para filmar no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, cenários semelhantes foram montados.


Ben Kingsley interpretou o contador de Schindler , Itzhak Stern. O ator também interpretou Simon Wiesenthal, o caçador de nazistas no filme sobre a sua vida, e Ghandi.
Nas veias do ator corre sangue indiano e também inglês, além de muito talento. É casado com uma brasileira, que encontrou como garçonete e por quem se apaixonou.


O filme de Steven Spielberg foi baseado no livro "A Arca de Schindler" (Schindler's Ark), do escritor australiano Thomas Keneally, e nos depoimentos de pessoas salvas por Oskar, inclusive no de Andor Stern, considerado o único judeu brasileiro que foi prisioneiro em Auschwitz-Birkenau (que citarei e mostrarei foto na última postagem sobre a minha visita à Polônia).










À esquerda, vemos Amon Goeth, o cruel nazista que dirigia o campo de concentração de onde Schindler "recrutava" seus trabalhadores. Na foto à direita, cena do filme mostrando o ator Ralph Fiennes que o interpretou. Um "passatempo" de Amon Goeth era, da sacada de sua casa, que ficava no alto, dentro do campo, atirar em judeus com sua espingarda, o que vemos em cenas muito dramáticas no filme.



Por ocasião do lançamento do filme "A Lista de Schindler", havia 6.000 descendentes dos 1.100 judeus salvos por ele. Emocionante é uma das cenas finais do filme, quando a sepultura de Oskar Schindler, que morreu em 1974, é visitada pelos sobreviventes que trabalharam na fábrica cada qual ao lado do respectivo ator que interpretou seu papel no filme (ver video abaixo).
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Uma descrição do final do filme, de acordo com o livro de meditações "Edificação Diária", que escrevi na década de 90. Ao filme assisti na cidade de Joinville-SC quando não me contive e cantei no cinema, com lágrimas, a música folclórica judaica citada abaixo e cantada no video do link.

Libertos mas desorientados, perguntaram: "Para onde iremos agora?" E a resposta seca do soldado foi: "Olhem para o leste e mesmo para o oeste: em qualquer lugar não quererão vocês!" Então, esqueléticos mas com uma chama viva no olhar, contemplam uma colina onde uma multidão de sobreviventes na mesma situação canta:
"Yerushalayin Shel Zahav Ve-Shel Nechoshet Ve-Shel Or"/"Jerusalém de ouro, de luz e de bronze, sou o violino para todas as tuas canções".
Sim, em Jerusalém eles seriam estabelecidos, cumprindo-se profecias milenares. E assim eu assistia emocionado as últimas cenas do filme "A Lista de Schindler", de Steven Spielberg, que conquistou 8 Oscars na Academia de Cinema, tornando-se o mais famoso de todos os filmes do tema Holocausto.



A árvore de Oskar Schindler que fotografei no início deste ano na Avenida dos Justos de todas as Nações (heróis que salvaram judeus) no Museu do Holocausto Yad-Vashem, em Jerusalém (abaixo, link à postagem respectiva).



Na mesma viagem a Israel visitei a sepultura de Schindler no Cemitério Luterano situado no Monte Sião. Na mesma postagem explico a razão da tradição judaica das pedras sobre os túmulos.

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L i n k s
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A comovente cena final de "A Lista de Schindler", descrita acima, ao som de "Jerusalém de Ouro" / Yerushalayn Shel Zahav:
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Imperdível este video (youTube) em ESPANHOL que confirma muitas cenas do filme, mostra também Oskar Schindler falando, além de o leitor tomar conhecimento do que lhe aconteceu nas últimas quase três décadas de sua vida, após o final da guerra:
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Minhas postagens sobre o Holocausto (e há ainda outras postadas após 2009, que poderão ser encontradas no "Índice de todos os meus tópicos", à direita ao acessar o blog):



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Próxima postagem:

"Visita ao campo de extermínio de TREBLINKA"
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Por acompanhar minha viagem neste blog,
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Todah rabah!
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Djen- koo-ye bard-zoh!
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(Muito obrigado em hebraico e polonês, respectivamente)

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20 Comments:

  • DOLORES disse:

    Querido Paulo...fotos muito bem definidas da sua visita à fábrica de Schindler...eu assistí ao filme 5 vezes...depois perdí a conta...sei de cor cada cena...chorei muito no final...aliás, sempre choro quando assisto...Schindler é um dos meus heróis...um guerreiro...Liam Neeson foi espetacular no papel e Ben Kingsley também...eu soube na epóca que o filme tinha detalhes de cenas não contadas no livro, por que nas filmagens Steven recebeu muitas visitas de judeus sobreviventes que contavam a ele suas experiências, ele ficou comovido e resolveu acrescentar esses fatos no filme...tudo no filme é fiel à epóca, figurinos, a fotografia, cenários...Ralph Fiennes também brilhou!...Mais uma vez, vc conseguiu me fascinar com suas fotos...Amei!...Abraços em nome do ETERNO! \O/

    By Blogger paulofranke, at segunda-feira, outubro 11, 2010 7:07:00 PM  

  • Ola Paulo...
    Pelo que me lembro esse parece ser um dos museus mais interessantes sobre o Holocausto/Nazismo, parece retratar bem o lado intimo ou interno do gueto, dos poderosos, enfim...gostei da postagem e do museu tbm.
    A propósito, tenho assistido a esse filme no colégio, nesse ano na matéria de história. O filme é muito pesado, retrata muito bem o que aconteceu na época e pra dar mais enfase a história é toda filmada em preto e branco, interessantissimo o filme, eu realmente gostei de ter assistido pq ele é... emocionante.
    Abraço !

    By Blogger João Guilherme, at terça-feira, outubro 12, 2010 7:44:00 AM  

  • Emocionante!
    Camila L. Venzke

    By Anonymous Anônimo, at quarta-feira, outubro 13, 2010 1:36:00 AM  

  • Caro amigo também como os colegas acima já citaram já assisti esse filme algumas vezes e me emociono sempre!
    Que visita histórica essa sua meu amigo....!
    Fico muito emocionada ...sem palavras!

    By Anonymous evelize, at domingo, outubro 17, 2010 12:59:00 AM  

  • Paulo:

    Sem comentários...

    É fascinante como vc retrata...

    Ainda farei essa viagem!

    bjs.

    By Blogger , at terça-feira, novembro 09, 2010 12:31:00 AM  

  • Caro Paulo... não sei se é do seu conhecimento, mas as Sagradas Escrituras promete bençãos, emanadas do próprio Senhor Deus, para os amantes do povo judeu. Desejo que o Senhor Deus o abençôe profundamente.

    By Anonymous Francisco Dantas, at segunda-feira, janeiro 24, 2011 4:19:00 PM  

  • Realmente emocionante a vida desse herói!!!

    By Blogger lindaganz, at domingo, abril 03, 2011 3:54:00 AM  

  • Olá Paulo.Ontem peguei novamente o filme que já havia visto ha alguns anos atras.Minha intenção era a de mostrar ao meu filho de 15 anos uma idéia do holocausto já que em junho visitaremos os campos na Polonia.em busca de algo que falasse sobre a fabrica de Schindler encontrei seus posts.Perfeito! Não vejo a hora de estar lá e poder ver de perto um pouco da parte menos triste que foi tudo isso! Só tenho uma pergunta:Vou ficar e um hostel na Bracka Street ,e gostaria de saber onde fica esta fabrica e se dá pra ir a pé.Encontro o endereço mas não consigo ligar um ponto a a utro.Desde já obrigado e parabens pelos seus posts tão bem colocados!
    abraços
    alessandra

    By Blogger Alessandra, at segunda-feira, maio 02, 2011 12:50:00 AM  

  • Olá Paulo.Ontem peguei novamente o filme que já havia visto ha alguns anos atras.Minha intenção era a de mostrar ao meu filho de 15 anos uma idéia do holocausto já que em junho visitaremos os campos na Polonia.em busca de algo que falasse sobre a fabrica de Schindler encontrei seus posts.Perfeito! Não vejo a hora de estar lá e poder ver de perto um pouco da parte menos triste que foi tudo isso! Só tenho uma pergunta:Vou ficar e um hostel na Bracka Street ,e gostaria de saber onde fica esta fabrica e se dá pra ir a pé.Encontro o endereço mas não consigo ligar um ponto a a utro.Desde já obrigado e parabens pelos seus posts tão bem colocados!
    abraços
    alessandra

    By Blogger Alessandra, at segunda-feira, maio 02, 2011 12:50:00 AM  

  • em SÃO GABRIEL-RS,BRASIL existe um MUSEU particular que agora está sob admistração do exército(?)...onde existem várias e várias peças da II guerra ,particularmente uniformes,capacetes,insignas,facas,fotos,etc...das tropas NAZISTAS...que foram trazidas pelo marechal Mascarenhas de Moraes (gabrielense) e que foi comandante brasileiro na Itália (só p/constar)

    By Blogger museu, at quinta-feira, setembro 29, 2011 2:15:00 AM  

  • Acabo de assistir o filme no Telecine, já perdi as contas de quantas o vzs assisti e todas as vzs me emociono.
    Fotos muito belas, ótima postagem.

    By Anonymous Anônimo, at quinta-feira, março 29, 2012 2:10:00 AM  

  • Boa noite!
    Eu não consigo conter as lagrimas que caem qdo assisto esse filme, tento fazer do meu dia o melhor não maltratando as pessoas, animais etc..
    Um dia eu sei que meu Senhor Jesus Cristo vai me conceder a condição de ir a Jerusalém e qdo esse dia chegar não me esquecerei de visitar o túmulo e a árvore plantada em sua homenagem.. hj estou indo ao monte orar, falr com meu Pai Jeová o criador e junto ao meu intercessor Jesus Cristo pedirei Paz a nossa terra.
    Sou evangélico...
    Deus Abençoe a todos!

    By Anonymous Anônimo, at segunda-feira, outubro 01, 2012 3:23:00 AM  

  • Meu nome é Renato Barreto, moro em Sao Paulo/Brasil.
    Escrevi a publicação acima.

    By Anonymous Anônimo, at segunda-feira, outubro 01, 2012 3:43:00 AM  

  • Esse ano,assisti duas vezes esse filme,e sempre me emociono.

    "Uma das partes mais memoráveis do livro (cuja história evidentemente não é em preto e branco) é a de Schindler sentado em seu cavalo observando uma espécie de "favela judia", onde no meio do caos, uma menina de casaco vermelho se destaca.

    Após presenciar aquilo, Schindler jura fazer tudo o que puder para derrubar o sistema. O casaco vermelho fez com que Schindler visse os judeus como seres humanos pela primeira vez.

    Spielberg gostou tanto dessa passagem do livro, que resolveu rodar o filme inteiro em preto e branco para que o casaco vermelho chamasse mais atenção ainda.

    Essa não foi a única razão para o preto e branco, pois Spielberg visava uma cinematografia mais "documentarista". Mas com certeza foi um fator de peso."

    Parabéns,ler os seus posts sempre acrescenta excelentes informações.
    Abraços
    Maria Angela
    SHALOM!

    By Anonymous Maria Angela, at sábado, novembro 17, 2012 12:53:00 AM  

  • Paulo, parabéns pelo seu blog. Estou indo à Cracóvia daqui a pouco mais de um mês, não consegui achar em lugar nenhum o horário de funcionamento do museu/fábrica de Oskar Shindler, você poderia me informar?

    Grato,
    Rafael Machado

    By Anonymous Anônimo, at sexta-feira, novembro 23, 2012 4:17:00 AM  

  • Este comentário foi removido pelo autor.

    By Blogger Leandro ToFar, at quinta-feira, setembro 26, 2013 12:48:00 PM  

  • Este comentário foi removido pelo autor.

    By Blogger Leandro ToFar, at quinta-feira, setembro 26, 2013 12:51:00 PM  

  • Não direi nada!! Acho que Hitler e seus idealizadores queriam o bem da Alemanha, humilhada com o Tratado de Versalhes. Infelizmente, se perderam no ódio e na ambição das "conquistas". Creio que se esse fato do Holocausto não tivesse ocorrido na história mundial, muita coisa pior viria por acontecer nos anos de hoje!! Vejam a Coreia do Norte por exemplo: Estão quase deflagrando uma 3ª Guerra Mundial.
    Será que se nada disso tivesse acontecido no passado, hoje,estaríamos assegurados com tantos tratados Internacionais. Nos apegamos muito ao passado, mas nos esquecemos do presente que pode culminar em um... como poderia dizer? Em um MAU maior!! O holocausto serviu para abrir os olhos da humanidade. Ele foi um pesadelo na época, como também no século XIX houve a Ku Klux Klan, onde milhares ou milhões de pessoas inocentes morreram!! Detalhe: A KKK ocorreu no país que vocês denominam o livrador dos Judeus do Holocausto.
    Não vou citar mais exemplos aqui. Não sou favor do Nazismo, mas creio que ele serviu para nos ajudar a caminharmos por caminhos tortuosos de forma reta!!

    By Blogger Leandro ToFar, at quinta-feira, setembro 26, 2013 12:54:00 PM  

  • caro paulo,comprei o filme e já assisti umas 10 ou mais vezes A LISTA DE SCHINDRER e me emocionou todas as vezes e garanto quantas vezes assistir vou chorar, só de imaginar como pode existir tanta crueldade tanta maldade neste mundo UM POVO QUE NÃO CONHECE SEU PASSADO, ESTÁ FADADO A REPETIU LO.
    abraços paulo e parabéns pelo documentais.
    fotos lindas palavras sincera

    By Blogger Unknown, at sábado, novembro 26, 2016 10:53:00 PM  

  • caro paulo,comprei o filme e já assisti umas 10 ou mais vezes A LISTA DE SCHINDRER e me emocionou todas as vezes e garanto quantas vezes assistir vou chorar, só de imaginar como pode existir tanta crueldade tanta maldade neste mundo UM POVO QUE NÃO CONHECE SEU PASSADO, ESTÁ FADADO A REPETIU LO.
    abraços paulo e parabéns pelo documentais.
    fotos lindas palavras sincera

    By Blogger pedro vieira, at sábado, novembro 26, 2016 10:56:00 PM  

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