Paulo Franke

30 novembro, 2015

Narrativa moderna da criação (ReveR)


Extraído de uma publicação salvacionista em língua alemã, de 1983.


No século XX os sábios criaram céus e Terra, e a Terra estava densamente povoada, e três quartos da humanidade padeciam fome. Óleo pairava sobre as águas, e a atmosfera estava empesteada com a chuva de radioatividade e monóxido de carbono.

- E os sábios disseram: "Haja luz!" E se fez luz sobre Hiroshima. E os sábios pensaram que a luz era boa.

- E eles fizeram uma separação entre as raças, e chamaram a branca boa e à preta ruim.

- E os sábios disseram: "Conquistemos a Lua!"

- E eles investiram milhões enquanto milhões padeciam de fome.

- E os sábios disseram: "A Terra deve frutificar, a fim de vencermos a fome".

- E eles incentivaram a produção com as técnicas modernas. E os sábios viram que havia superprodução em partes isoladas da Terra, e eles destruíram o excesso em proveito da Economia. E três quartos da humanidade continuavam famintos.

- E os sábios disseram: "As águas formiguem de seres vivos e os ares com aves". E eles criaram colossos na água, submarinos, porta-aviões e toda espécie de foguetes-voadores, bombas e aviões de caça para que destruíssem todos os inimigos.

- E os sábios do século XX disseram: "Façamos o homem, homens verdadeiramente sábios assim como nós, para que dominem sobre outros povos e com violência se matem uns aos outros".

- E os sábios os abençoaram e disseram: "Sejam econômicos, solitários, escondam-se em suas casas e odeiem-se mutuamente, e destruam-se".

- E os sábios observaram tudo o que haviam feito e viram que nada era bom.

- E tornou-se noite e o Deus vivo chamou-os à responsabilidade.

26 novembro, 2015

VÍDEO de um Programa Radiofônico que fizemos + links



Fim de outono, já tendo nevado, belas paisagens pelas janelas... recordar o passado é imperativo. E nessas lembranças, a do programa radiofônico "O Louvor da Salvação", que levei ao ar juntamente com minha esposa durante mais de um ano, nos anos 90, antes de virmos trabalhar na Finlândia, onde agora gozamos nossa feliz aposentadoria.


Este programa foi o escolhido para constar em vídeo. 
Assim, convido o caro leitor a ouvi-lo. Trata de três tragédias marítimas  e por trás delas três hinos conhecidos e amados.
Na certeza de que o leitor será também um bom ouvinte, agradeço.
Basta clicar ou copiar o link na sua barra de endereços:


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Aproveito a oportunidade para revermos duas postagens com o tema "Rádio", que os interessados no assunto por certo curtirão...



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24 novembro, 2015

ReveR: Minha visita à ilha grega de PATMOS... Apocalipse


Nestes tempos cujos sinais da volta de Jesus são tão evidentes...

http://www.paulofranke.blogspot.fi/2013/11/apocalipse-o-que-vi-e-senti-na-ilha.html

16 novembro, 2015

2. Terrorismo em Paris... e um rápido olhar para o passado.



Paris ao ocaso


Nesta tarde cinzenta de novembro, senti continuar a postagem anterior do meu blog, pois da janela a natureza parece estar de luto e pela TV continuam as notícias do massacre em Paris, com novas revelações e no mesmo clima de luto na capital francesa, que sempre tem sido sinônimo de festa e celebração...


Ao que parece, a Praça da República tem-se tornado o QG da mídia e também o lugar principal de homenagens aos mortos no massacre da semana passada. Em 2014, na última vez em que visitei Paris, passei horas sentado diante deste monumento da praça na tarde bonita de verão. Conto isto no link "Dunkerke" ao fim desta postagem. Crianças brincavam sob as vistas de seus pais e muita gente parecia estar passando uma linda tarde de um domingo típico parisiense. Naquele canto direito de repente ouvi um som um tanto familiar... um grupo de brasileiros nordestinos ensinava os interessados a dançarem... forró! (veja mais na postagem indicada abaixo). 

"Mesmo estando só eu me sinto feliz, feliz, cantando a canção que embala Paris..."

Falar em Paris o passado sempre vem de volta, lembrando-me:

... de minha saudosa mãe ensinando-nos algumas frases em francês, língua de que ela tinha bom conhecimento
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... das músicas francesas que tocavam no rádio e que eram sucesso no Brasil nos anos 50
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... das aulas de francês no ginásio e eu, que já tinha sonhos de viajar, com boas notas na matéria que absorvia com facilidade, assim como o inglês
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... do conhecimento histórico do massacre da noite de São Bartolomeu (link)
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... do interesse pela história que envolvia a França na Segunda Guerra
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... dos filmes americanos com temas da França... Abaixo o "A última vez que vi Paris" e o inesquecível "Lili", com minha artista preferida, Leslie Caron, que ainda vive. 














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... de ir ao cinema para assistir um ou outro filme francês de Brigitte Bardot, que estonteava qualquer rapaz na década de 50

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... e de depois, ingressando no Exército de Salvação em 1962 - e abandonando o cinema - conhecer o chefe nacional da obra no Brasil, o Coronel Gilbert Abadie e sua esposa Marguerite, na foto quando os encontrei pela última vez em Londres, em 1973 (ver relatos do homem de Deus durante a 2a Guerra Mundial no link abaixo)

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... de saber a respeito do casal de oficiais salvacionistas franceses que esconderam judeus na guerra. Hoje seus nomes no "Justos de todas as nações", em Yad Vashem, Jerusalém.
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... de saber, na foto à direita, de judeus abrigados por protestantes da cidade francesa de Chambon-sur-Lignon (ver link). Na minha última InterRail, de trem pela Europa, eu quis visitar a heróica cidade de descendentes de huguenotes, mas tomei conhecimento, um tanto frustrado, de que não havia trem para lá. Uma nova tentativa, quem sabe... indo de ônibus, o que acabo de anotar.

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A história do carro francês Citroen, meu carro preferido (link abaixo)

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Uma amiga que vive em Paris fez um comentário relevante abaixo desta postagem.

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Links:

http://paulofranke.blogspot.fi/2014/10/7-dover-calais-dunkerque-e-em-paris.html


http://redes.moderna.com.br/2012/08/24/o-massacre-da-noite-de-sao-bartolomeu/


https://pt.wikipedia.org/wiki/Huguenote
 (no Brasil)


https://pt.wikipedia.org/wiki/Le_Chambon-sur-Lignon


http://paulofranke.blogspot.fi/2015/01/justos-de-todas-as-nacoes-cristaos-que.html
(casal de oficiais franceses etc.)

http://www.paulofranke.blogspot.fi/2012/06/citroen-que-significa-limao-meu-carro.html



1-G.ABADIE, homem de Deus, na 2a Guerra Mundial/ 

2- G.ABADIE, homem de Deus, na 2a Guerra Mundial/

3- G.ABADIE, homem de Deus, na 2a Guerra Mundial/ 

4G.ABADIE, homem de Deus, na 2a Guerra Mundial/ 


14 novembro, 2015

1. Terrorismo em PARIS... e um rápido olhar para o passado.



Por ocasião dos atos terroristas com tantas vítimas em Paris, comuniquei-me com meu amigo francês, André Greslé, que foi um missionário no Brasil nos anos 50 e 60 e que reencontrei no Congresso Europeu de Praga, em 2011 (foto). Greslé forneceu-me uma informação bem relevante, tema desta postagem. 



A dita informação do colega, amigo no Facebook e com quem me identifico de muitas formas, diz respeito ao Bataclan, onde dezenas de pessoas morreram no dia 13 de novembro enquanto assistiam a um show de uma banda americana Eagles of Death Metal/Águias da Morte... (que nome!)

"Foi o´Bataclan´que o Exército de Salvação/Armée du Salut escolheu para celebrar os 75. aniversário do início de nossa obra na França.
Naquele dia, o Pastor Marc Boegner, presidente da Federação Protestante da França, pregou sobre Joel 2:30: "Mostrarei prodígios no céu e na terra; sangue, fogo, e colunas de fumo..." Curiosamente neste 13 de novembro o Bataclan teve... sangue e fogo!" 

C'est au Bataclan que l´Arméé du Salut avait choisit de célébrer le 75 ème anniversaire des débuts de notre action en France. Ce jour là, c´est le Pasteur Marc Boegner qui était Président La Féderation Protestante de France qui a prêchè sur ce verset de Joel 2.30: "Je ferais paraître des prodiges dans les cieux et sur la terre, du SANG, du FEU, et des colunnes de fumée." Curieusement au Bataclan le 13 novembre il y a eut du sang et du feu!







Em outras fotos que a mídia tem mostrado, colunas de fumo são vistas

 da janela e portas laterais, por onde as pessoas pulavam para 

se salvar.

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The last but not the least

1.

De nossa história:


A Maréchale, a filha mais velha de William e Catherine Booth,


fundadores do ES, conduziu a primeira reunião do Armée du Salut em


Paris no domingo 13 março de 1881. O livro foi editado pela Editora 

Betânia e se ainda o encontrar (mesmo em um sebo) não hesite em 

adquiri-lo, pois é uma mensagem muito poderosa.




2.


 Chamada à oração do General André Cox 

(copie na sua barra de endereços):


http://www.salvationarmy.org/ihq/news/statement141115

3





Em 1973 visitei pela primeira vez a França e o colega André Greslé

recebeu-me no Aeroporto de Orly, levou-me a um fino restaurante,

 mostrou-me o suntuoso "Palais de la Femme", do Exército de 

Salvação" e levou-me ao local onde eu me hospedei, "La Maison de 

Jeune Homme", na estação de metrô "Menilmontan". 





E dali saía para explorar Paris naquele verão quente de 1973.

4

Na próxima postagem continuo: 

2 - Terrorismo em PARIS... e um rápido olhar para o passado.


5


Duas vezes mais tive o privilégio de visitar "La Ville Lumière" e abaixo 

a vez inesquecível em que lá estive com meu neto (basta clicar):


11 novembro, 2015

TATUAGENS constituem risco de saúde incalculável.


Nao deixe de ler... e repassar:

http://www.dw.com/pt/tatuagens-constituem-risco-de-sa%C3%BAde-incalcul%C3%A1vel/a-18079792

Com agradecimentos a DW Made for minds

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E para quem quiser tomar conhecimento do que a Bíblia diz a respeito...





09 novembro, 2015

NOITE DOS CRISTAIS - Aí começou o Holocausto (ReveR)




Noite dos Cristais... aí começou o Holocausto!


9 e 10 de novembro de 1938


Noite dos Cristais -

Aí começou o Holocausto!

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Não poderia deixar passar em branco no meu blog o que a mídia tem noticiado profusamente desde o dia de ontem.


Diante disso, poupo-me de escrever o costumeiro texto e limito-me a publicar algumas fotos que tirei no ano 2000 ligadas ao assunto. Desculpo-me pela má formatacão da postagem.


Ao visitar Berlim pela primeira vez, no ano 2000, e munido de uma câmera fotográfica convencional, ao revelar mais tarde o filme, uma surpresa: "entrou luz" nestas duas fotos que tirei da Sinagoga de Berlim, parecendo ambas em chamas! Isso aconteceu na realidade, e o amigo leitor vai ver e ouvir a respeito no video que procurar no Youtube.com pelo assunto
"Noite dos Cristais". A história do funesto ocorrido poderá ser
conhecida na íntegra buscando o Google.com


A principal rua do bairro judeu de Berlim, vandalizada pelo efeito especial causado por ter aberto a câmera sem que o filme tivesse terminado.


A sinagora foi inteiramente destruída, ficando intacta a sua fachada. Hoje a Nova Sinagoga de Berlim, como é chamada, abriga um centro judaico.


Berlim foi a cidade que mais deportou judeus para os campos de concentração, 55 mil. Informações, relatos e objetos de famílias judaicas podem ser vistos na visita ao centro.


De tanto amar o povo judeu pareço-me um deles!


Diante de uma pintura no Muro de Berlim - -quando o visitei pela primeira vez, mencionando a comemoração dos 50 anos da Noite dos Cristais.

Topografia do Terror -
nas ruínas da Gestapo -
um lugar que deve ser visitado em Berlim.


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The last but not the least


Em uma das tantas viagens que fiz a Israel, à beira da praia de Tel Aviv encontrei este simpático casal, ela sobrevivente do gueto de Varsóvia e ele que presenciou a Noite dos Cristais, em Berlim.
Conversamos bastante em momentos que me são inesquecíveis.

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Diante da ameaça milenar à sua extinção, falou sabiamente Benjamin Netanyahu, na rara foto quando jovem servindo ao exército de Israel:

"Se os árabes depusessem as armas hoje, não haveria mais violência. Se os judeus depusessem as armas hoje, não haveria mais Israel." 

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03 novembro, 2015

No dia diferente, entrevistas na escola, TELEFONES etc.

CONVIDADO POR MINHA FILHA MARTTA, ACOMPANHEI-A A UM DIA NA ESCOLA ONDE LECIONA INGLÊS, NA CIDADE DE LOHJA, A 100KM DA CAPITAL HELSINKI, ONDE MORA COM SUA FAMÍLIA.

(e pude testemunhar sua rotina diária, de dirigir 100km para chegar ao trabalho e depois de 8 horas voltar para casa, esteja o tempo chuvoso, bonito ou a rodovia coberta de neve... E se vê no Facebook algo como "na Finlândia trabalha quem quer...")


Martta foi mencionada no jornal local por mais um projeto que está implantando na escola. Criativa desde criança, adiciona sempre algo interessante à matéria de inglês que leciona atualmente na escola Nummi-Pusulan Koulu, escola que abrange desde o primário até o curso secundário.
Assim que houver uma vaga, ela lecionará também o idioma sueco, no qual é fluente e igualmente formada)


Sua sala de aula tem uma linda vista para os campos e florestas da região no sul do país, pintado das cores do outono. Foi a terceira vez em que a acompanhei a uma escola onde leciona: em Oulu, no norte do país, em Estocolmo, Suécia, e agora em Lohja.. E mais ou menos minha participação foi igual... desenhar caricatura dos alunos, ser entrevistado em inglês e fazer uma palestra. Desta vez isto aconteceu em quatro aulas.



No intervalo para almoço, caminhamos até uma loja de segunda-mão para comermos uma pizza e para ela apresentar-me ao seu amigo, de Sri Lanka, o proprietário do restaurante-loja.


Quase chegando, um momento para uma foto junto a um antigo trenó. Como gosto de coisas que lembrem o passado, imaginei meus sogros da Carélia (hoje Rússia) usando um igual para transporte durante o rigoroso inverno.
Mas o que aconteceria logo depois fez-me lembrar em cheio de minha própria família, pais, irmãos, os bons tempos lá de casa...


Enquanto comíamos a deliciosa pizza, percebi à venda um telefone da marca sueca Ericsson, entre as tantas coisas à venda na loja, também de antiguidades. O apetite deu imediatamente lugar à nostalgia e ao saudosismo. Por quê? Gente, por tremenda coincidência, era o mesmo modelo do primeiro telefone que a companhia telefônica instalou na nossa casa, nos meados dos anos 50!! Discar um número qualquer e ouvir o mesmíssimo barulhinho como que me "ligou" ao passado imediatamente.


O velho telefone Ericsson carregado de recordações está agora no meu cantinho da net, na nossa grande sala, ao lado de um modelo Spirit of St. Louis. Não que colecione telefones, mas coleciono sim recordações que, aliás, vêm instantaneamente do distante passado: o dia quando nosso primeiro telefone foi instalado, a euforia da família de cinco irmãos todos querendo a vez para falar com seus amigos. Depois, entrando na rotina, sendo usado continuamente... para conversar com amigos e com parentes, ligar para os diversos cinemas da cidade para saber o filme em cartaz... e até para de vez em quando dar um "trote" saudável. Ou quem sabe para ligar para alguma "guria", garota para os gaúchos, e desligar após ouvir a sua doce voz...


Com minha irmã, que ingressou no Exército de Salvação junto comigo, em foto

de quase 10 anos depois diante da casa onde morávamos e onde o telefone Ericsson foi instalado.


Foto que tirei quando passei diante de "nossa casa", há poucos anos. Meu pai e seu irmão, o engenheiro-reponsável, usaram de sua criatividade para construir nossa casa. Imaginem, até hoje, 60 anos depois, uma casa na grande Avenida que atrai a atenção pela sua beleza! Na cerâmica que lembra favos-de-mel, havia um roseiral... as lajotas da esquerda foram compradas em uma cidade gaúcha. E neste hall conversávamos com amigos, não raro sendo chamados para atender... a um telefonema.


Remetendo-me a um tempo ainda mais distante, quem sabe o final dos anos 40, quando eu era da idade do meu netinho na foto,  nas raras vezes em que usávamos um telefone, era um igual a este, do armazém onde fazíamos compras. Aquele não possuia o dial igual ao desta miniatura, mas a telefonista atendia e dizíamos o número que desejávamos (veja no link o imperdível video antigo de Keenan Wynn, e contenha o seu riso... se puder!)


Minha saudosa tia e madrinha quando jovem foi telefonista e eu sentia orgulho dela também por este fato.

1307... 1307...1307...2-1307... 22-1307
o número do nosso telefone

E de volta ao futuro, depois de ter adquirido o aparelho telefônico Ericsson - cujo preço era € 55.00 e que o amigo de minha filha me vendeu por € 35.00 - 
falei aos alunos sobre o tesouro que eu adquirira.


Com o fundo do meu blog, projetado na sala de aula, comparei o telefone de quando eu era da idade deles com o meu celular, na mão esquerda. Novos tempos... Na entrevista que me fizeram os alunos, como parte da aula de inglês, tive que responder às mais variadas perguntas, muitas sobre o Brasil e também outros assuntos da atualidade, como o "aquecimento global".


No final da última aula, Martta convidou os alunos a um jogo interativo super interessante, como ela mesma explica abaixo:

O KAHOOT (www.create.kahoot.it) é um jogo interativo em que primeiramente o professor cria um questionário de múltipla escolha, divertido e ilustrado, da materia que for - marcando as respostas

a resposta correta.

Assim, depois de pronto, o professor projeta o questionario (website) no projetor/smartboard, para todos alunos verem as perguntas.

Cada aluno, por sua vez, abre o website kahoot,it no seu smartphone, e depois de inserir o numero do jogo a se jogar, e criar um apelido pra participacao, está tudo pronto!

O professor então mostra a primeira pergunta, acompanhada de um fundo musical interessante. E cada aluno clica na cor da resposta certa em seu celular.

O jogo registra e pontua tanto as respostas, quanto a velocidade das respostas certas de cada um, até que um vencedor seja identificado.

O Kahoot é um jogo muito legal pra professores e alunos. Uma ótima forma de competir e fixar a matéria aprendida de maneira descontraida. Experimentem!


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Poema de Michel Quoist, do livro "Poemas para Rezar", sobre o 

Telefone

Pronto, desliguei! Mas por que terá telefonado?
Ah! Sim, Senhor... eu já me lembro.

É que falei demais e bem pouco escutei.

Perdão, Senhor, recitei um monólogo e não dialoguei.
Impús minha opinião e não troquei idéias.
Por não ter escutado, eu não aprendi,
Por não ter escutado, nada levei comigo,
Por não ter escutado, eu não interagi.

Perdão, Senhor, eu estava em comunicação
E agora estamos cortados.

(Como uso pouco meu celular, e vejo que as pessoas quase abusam do seu uso, pergunto ao leitor se a experiência do poeta acontece ainda hoje...?)

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Ria com o ator Keenan Wynn em um video imperdível!!


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A história do telefone:


Com este acréscimo:

A marca Ericsson no Brasil
A história no país começou há 118 anos quando Lars Magnus Ericsson encontrau-se com D. Pedro II e demonstrou seu interesse em investir no Brasil. A partir deste encontro, L. M. Ericsson instala seu primeiro equipamento no Brasil em 1891 e funda, em 1924 no estado do Rio de Janeiro, a Sociedade Ericsson do Brasil Ltda. Os investimentos no país tornaram-se tão compensadores que, em 1955, foi inaugurada a fábrica de equipamentos de telecomunicações de São José dos Campos, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer. A criação do CTT - Centro de Treinamento Técnico, em 1959, já evidenciava o interesse e a valorização da empresa pela Pesquisa e Desenvolvimento, como forma de suprir, naquela época, a carência de escolas e cursos especializados em telefonia. Em 1970 foi inaugurado o Centro Ericsson de São Paulo, que abrigava a administração central, centros de processamento de dados, laboratórios, centro médico, restaurante, clube, além de outros modernos recursos administrativos. O espírito pioneiro e a liderança levam a ERICSSON a inaugurar a Central Telefônica AXE, com 10 mil terminais, em São Paulo. E, em 1992, a empresa assinou, no Rio Grande do Sul, com a CRT (Companhia Riograndense de Telecomunicações) o primeiro contrato de telefonia móvel no país. Nos anos seguintes a ERICSSON continuou inovando: em 1996, a operadora Sercomtel instala o primeiro sistema de telefonia celular digital, em Londrina, com tecnologia D-AMPS da empresa; em 1997 inaugura sua primeira fábrica de telefones celulares em São José dos Campos; em 1998, inaugurou a fábrica de estações rádio-base para telefonia móvel analógica e digital; em 1999, demonstrou a tecnologia Bluetooth, em São Paulo, pela primeira vez na América Latina; e; em 2002, realizou a primeira demonstração de MMS (Serviço de Mensagem Multimídia) em uma rede real GSM/GPRS. (Wikipedia)

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