Paulo Franke

15 setembro, 2009

Ilha de Alcatraz, Ilha do Diabo - Filmes/Livro/Poesia


Conteúdo desta postagem:

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- Ilha de Alcatraz, São Francisco-CA

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- Ilha do Diabo, Guiana Francesa

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- Livro "A Conquista da Ilha do Diabo"

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- Poesia: "Quem foi que me beijou?"

(homenagem ao trabalho carcerário do Exército de Salvação)


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Em 1982, viajando para a Austrália, visitei São Francisco e Los Angeles, na Califórna. Tomando o avião em Chicago, para São Francisco, foi bonito sobrevoar as famosas Montanhas Rochosas. De repente houve um anúncio de que nosso vôo, por motivos técnicos, precisava fazer uma escala em Las Vegas. Sobrevoamos a cidade no meio do deserto e assim "a conheci".


Sobrevoando as Montanhas Rochosas


Sobrevoando Las Vegas, em pleno deserto de Nevada.

Depois de uma hora sem termos desembarcado em Las Vegas, prosseguimos viagem a São Francisco-CA, onde me esperava o colega coreano que me hospedou.






Na foto, na famosa "rua mais torta do mundo". Em outro dia, visita ao Fisherman's Wharf. A imperdível viagem de bonde pelas ruas íngremes da cidade. Mas o que mais me atraia a curiosidade: a turnê à Ilha de Alcatraz que pode ser vista ao fundo na foto do postal que mostra o bonde.



Alcatraz, que significa pelicano em espanhol, uma prisão desativada em 1963.


Ainda da lancha, aproximando-nos da sinistra ilha-penitenciária.



A chamada Main Street, Rua Principal do grande presídio.




Celas de presidiários famosos são mostradas pelo guia. A seta mostra a cela de

Al Capone.




Em dado momento da visita, fomos convidados, de dois a dois, a entrar em uma solitária. Quando a porta se fecha atrás de nós, na escuridão total segundos parecem horas.


Foi-nos mostrada a cela de Robert F. Stroud, no terceiro andar, o famoso encarcerado que criava pássaros, cuja história foi levada às telas no filme noir The Birdman of Alcatraz, de 1962, com Burt Lancaster. O Google poderá informar o leitor a respeito dessa história, mostrando inclusive foto do verdadeiro homem que cuidava de pássaros.



A mais famosa história de Alcatraz é a do homem que tentou escapar da ilha infestada de tubarões à volta. "Fuga de Alcatraz", de 1979, teve como ator principal Clint Eastwood.


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E mencionando cinema, na sequência desta postagem trataremos da Ilha do Diabo, por onde passou o célebre "Papillon", interpretado no filme do mesmo nome, de 1973, por Steve McQueen, tendo como ator coadjuvante Dustin Hoffman (foto).


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Livro da União Cultural Editora Ltda., quem sabe encontrado nos sebos.


Em 1962, às vésperas de ingressar no Exército de Salvação, li um livro da biblioteca pessoal de meu pai com o título "A Conquista da Ilha do Diabo", do original francês Conquêtes en Terre de Bagne, da autoria de Charles Péan, procurando inteirar-me a respeito dessa organização a nível mundial - pois só a conhecia de minha cidade, das visitas que meu pai fazia ao orfanato local para mostrar filmes do cinema mudo aos meninos (postagem com o título "Encontro com Victoria Chaplin, filha de Charles Chaplin").

Um livro que trata de leis penais da época na França, do trabalho desenvolvido pelo Armée du Salut entre os condenados, muitas estatísticas de repatriados, havia, porém, trechos muito humanos e emocionantes que tocaram fundo o meu coração, crescendo a convicção de que ao ingressar nesse Exército eu estava dando um passo certíssimo, passo do qual nunca me arrependi.



Fato interessante, o livro, hoje com suas páginas amareladas, foi presenteado pelo Lar de Meninos de Pelotas-RS, e ao alto da primeira página está a dedicatória ao colaborador, meu saudoso pai, Darcy Franke... pelo saudoso David Hämäläinen, meu sogro, na época o diretor do Lar em um tempo quando nunca imaginávamos que um dia iria casar-me com sua filha.


Charles Péan - 1901-1991

Em 1928, o jovem salvacionista Charles Péan (em foto dos anos 70) foi enviado ao presídio de Caiena, na Guiana Francesa, com uma missão específica vinda direta dos líderes internacionais do Exército de Salvação, que incluía:

- obra de salvação para os condenados,

- criação de uma colonia para os liberados,

- sendo possível, reconstituição de lares, permitindo às mulheres irem ter com os maridos se o liberado não puder voltar,

- o repatriamento dos que terminaram a pena.

O livro de sua autoria, escrito na década de 50, mostra que a sua missão, com a ajuda de Deus, foi cabalmente cumprida e, no ano de 1939, 3000 liberados voltaram à França graças ao trabalho árduo dos componentes do Exército de Salvação e sua "insistência santa" junto às autoridades penais tanto na França quanto na própria Guiana.

Difícil é fazer um resumo do livro, que trata também de estatísticas precisas, mas destaco três episódios emocionantes que mostram o calibre de fé e dedicação dos que lá trabalharam.

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éEle havia matado o seu próprio filho ainda bebê...

"Uma noite, o liberado Lacour está ajudando a capitã. Ele gosta do Exército de Salvação e sempre que pode vai ajudar os oficiais. É um homem de boa família e, com sua boa educação, uma companhia agradável para os oficiais. Entretanto, cometeu um crime horrível. Como é que um homem tão educado, tão sensível, pode afogar o filho que teve de uma criada da casa de sua família? Será que ele se arrependeu desse ato abominável?

Nessa noite, ele servia refrescos, enquanto a capitã distribuia os jogos, livros e discos aos cinquenta liberados que se achavam na sala. O bebê da capitã estava perto, deitado no carrinho. Abre-se a porta do restaurante e chamam:

- Capitã, o capitão está chamando a senhora lá em cima.

- Já vou, diz ela. Depois de breve hesitação, pede a Lacour: - Tome conta de meu filhinho!

Quando voltou depois de alguns minutos, encontrou-o ajoelhado diante da criança, com o rosto coberto de lágrimas.

- Que miserável sou eu! - diz ele soluçando, e a capitã procura consolá-lo.

Vendo a criança adormecida, ele compreende o seu pecado. No sorriso da mãe antevê o perdão de Deus.

Tirar da alma do presidiário o terrível castigo é a verdadeira solução.

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Entre os prisioneiros leprosos...

O capitão e eu atravessamos uma sala do hospital de St-Denis, ocupada por leprosos. É tal o mau cheiro que sentimos náuseas e o calor torna a atmosfera irrespirável.

- Major Péan, grita um homem levantando-se no catre.

Que angústia no seu olhar! Mas a aparência é de saúde.

Reconheço-o como um dos liberados cujo nome consta na lista do próximo embarque.

- Você aqui?

- Veja o que me acontece...

E ele rompe em soluços. No exame médico exigido para o repatriamento, o médico constatou o mal.

- Há quatorze anos venho esperando pelo dia da partida! E minha mulher e minha filha estão à minha espera...

Ele cai sobre a cama, soluçando, com o coração despedaçado.

Volto-me para o capitão, que fica imóvel, sem proferir uma palavra. Há dores que exigem o silêncio. Mas nós compreendemos - temos que ficar com esses quando os outros tiverem partido.

Depois de ajudar uns a recomeçar a vida, temos de ajudar outros a morrer.

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Péan entre um grupo de liberados.

Naquela sexta-feira santa...

Sir Alexander Paterson, um eminente reformador social, escreveu a seguinte história a uma revista londrina:

"Quando desembarquei em Caiena, na sexta-feira santa de 1937, pareceu-me que tudo nessa terra falava da desolacão do Getsêmane e do Calvário e que nada me oferecia uma promessa de redenção, uma esperança de ressurreição...

Passando pela rua principal na manhã do domingo da Páscoa, encontrei o salvacionista Charles Palpant, residente na colônia em um pequeno sítio no flanco da colina, onde cultiva flores e legumes com o auxílio de alguns forçados libertados, dos mais jovens da Colônia Penal que ele agrupara ao seu redor.

Causou-me ele profunda impressão, pois era, de todas as pessoas que ali encontrei, o mais correto no vestuário e o mais modesto nas maneiras. Passamos o dia em sua casa; desculpou-se ele pela simplicidade do acolhimento. Repartiu comigo tudo o que tinha: um pedaço de bolo e uma garrafa de limonada. Foi uma comunhão pascal que jamais esquecerei, comunhão que dispensou ritos e cerimônias pelos quais habitualmente traduzimos nossa fé cristã.

Milhares de criminosos tiveram de ir a Caiena para descobrir o que era o inferno. Eu, porém, tive de ir a Caiena para melhor compreender Quem era Jesus Cristo."


Link - Procure "Charles Péan - Ilha do Diabo" no Google e encontrará informação a respeito; se em francês - "Charles Péan - Conquêtes en Terre de Bagne" - mais material ainda.




O trabalho salvacionista na França é conhecido pelo ministério da filha do Fundador, Catherine Booth, La Marèchale" (o livro em português sobre sua vida e trabalho foi publicado pela Editora Betânia). A obra social desenvolvida no país é igualmente conhecida e respeitada. Na foto, o Palais de la Femme, grande edifício antigo que oferece acomodação a mulheres que trabalham ou que estudam. Visitei o suntuoso lugar em 1973, quando vim pela primeira vez à Europa e fiquei hospedado na Maison du Jeune Homme. Em 2001, na minha segunda e última visita a Paris, fui hospedado na Maison du Homme, um enorme e moderno edifício que abriga homens sendo reabilitados do alcoolismo ou das drogas. Fiz algumas refeições com eles, o que foi uma experiência e tanto, só não maior pelo meu "francês quebrado". Acima na foto, o albergue noturno no rio Sena que abriga muitos homens pobres de Paris, barco recentemente renovado.


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Tendo visitado ao longo de meu ministério muitos presídios
para levar as boas novas do Evangelho aos detentos, em 1975, dirigindo o Corpo de Rio Grande-RS - cidade onde nasceram nossas duas filhas - montamos uma peça teatral baseada na poesia de um grande admirador do trabalho do Exército de Salvação, o pastor batista Mario Barreto França. Sinta ao ler o drama e também a ternura de sua poesia.













Sugestão:

Nos anos 50 e 60 muitas jovens que tinham facilidade de decorar longos trechos declamaram esta comovente poesia em ocasiões especiais em igrejas ou escolas, quem sabe até em reuniões entre presidiários. Fica a sugestão a algum leitor a que isso se repita quem sabe para o conforto de muitos.

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Em 2004, um grupo do meu Gospel Choir visitou o presídio de Helsinki, levando música aos detentos. Após a apresentacão, os jovens conversaram com os presentes. No grupo, finlandeses, eu de brasileiro e intercambistas, uma lituana, uma chinesa e uma judia americana. Os jovens nunca haviam entrado em um presídio.

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Disse Jesus:

"... Estava... preso e fostes ver-me.


... Sempre que o deixastes de fazer a um desses mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer."


(Leia toda a passagem bíblica de Mateus 25:31-46)

07 setembro, 2009

Os carros e eu (que carros mesmo?!...)


Afinal, este menino de 1 ano (?), com cabelo à la Beatle, que segura 1 carrinho enquanto olha 1 avião passar e levanta-o como se fosse 1 avião, quando crescer será 1 piloto de fórmula 1 ou 1 piloto comercial?? Nem 1 nem outro... tornou-se 1 condutor de pessoas para Deus.


Para meu pai, carros europeus eram superiores na lataria do que qualquer outro, assim estava satisfeito com o seu Austin A-40. Enquanto os parentes iam trocando os seus por modelos made in Brazil, da emergente indústria automobilística nacional, ele continuava com o seu pequeno Austin britânico.



Pois bem, enquanto vamos conversando sobre automóveis, transcrevo o artigo "Uma parábola moderna", de Muriel Larson, que publiquei quando era editor de uma publicação nossa. A ilustração mostra o escultor Fernandez Arman, que pode ser visto diante de seu "monumento": 60 carros velhos imprensados em 1.500 toneladas de concreto. A curiosa torre foi construída em dois meses e está situada em um centro de arte contemporânea no oeste de Paris (como a publicação é de 1983, fico em dúvida se a "obra de arte" ainda permanece).

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Uma parábola moderna

Era uma vez um lindo carro, um modelo esporte. E passo a contar a história de como este carro veio a existir. Parece que há muito tempo havia um pequeno pedaço de metal no pó. Certo dia este pedaço de metal cansou-se de ficar sozinho o dia inteiro. Então escorregou para junto de outros pedaços de metal e não é que se tornaram uma bateria? Portanto, tornou-se algo vivo e com muita faísca.

Continua...

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Eis o meu primeiro carro, um Morris-Austin nem me lembro de que ano, comprado quando vivíamos em um lugarejo no meio de uma ilha chamada Åland, província da Finlândia de língua sueca. De segunda-mão, era qual um cão fiel que nunca me deixava na mão. Enquanto carros modernos quando da chegada da neve precisavam ser ligados a uma tomada durante a noite fria para, aquecido o motor, funcionarem na manhã seguinte, o nosso "boa índole", como o chamávamos, nunca precisou disso, e funcionava assim que eu virava a chave de ignição.


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... Mas uma bateria sozinha não serve para nada. Então a bateria pensou e pensou e começou a formar um corpo para contê-la (supõe-se que teve um certo auxílio de elementos em tudo isso). Foram então acrescentados um motor, um radiador e outras partes. Após um tempo, o corpo desenvolveu pára-choques. Debaixo do corpo formaram-se os eixos.

continua...

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Então, em certa manhã de inverno fez 20 graus negativos na ilha. Quando liguei o leal "boa índole", ele simplesmente não respondeu - pifara a bateria... Senti naquele momento como ele me dizendo: "Bem, com uma temperatura dessas não tenho perdão?" Perdoei-o e, como não havia ônibus naquela hora da manhã, caminhei até o local de trabalho abrindo caminho na neve alta durante uma hora. Ah, nossa família tem muitas recordações do nosso primeiro automóvel cujas portas não trancavam e cuja chave se recusava a ser retirada - pra disfarçar, eu punha sobre ela uma luva. Mas quem o roubaria, afinal? Uma porque era um carro muito velho, e outra porque roubo de carros na ilha era algo desconhecido.


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Eis que, passados muitos anos, o final de cada eixo foi agraciado com uma roda. No princípio essas rodas eram apenas elementares, mas eis que se desenvolveram em lindas rodas de borracha (com excelentes bandas de rodagem!). Agora o carro movia-se de lugar para lugar, em grande estilo.

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SF = Suomi-Finland (Suomi, o nome do país em finlandês).


Um dia, antes de a neve cair naquele inverno de 1992, chegamos à conclusão de que o nosso "boa índole" não aguentaria mais um inverno e o vendemos bem barato. Alguns adolescentes com pouca grana o compraram para "fazer bagunça" com ele, o que ficamos sabendo penalizados. Assim comprei o meu segundo e último carro, na vida, um Toyota usado. Prateado como vimos muitos carros do Brasil, inteirinho e bonito, se bem que um pouco pequeno para a família, mas tudo bem.

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Um belo dia, encontrou uma fonte de gasolina ali perto e bebeu-a! Então, a bateria enviou uma faísca e - wroomm - lá se foi o carro... Ainda outras coisas foram acrescentadas ao longo dos anos: assentos (com cintos de seguranca), luzes (brancas e vermelhas) e uma sonora buzina! Finalmente podia exibir-se. E deviam ouvir o modo como buzinava aos outros carros que também passaram a existir!

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Em 1985, quando fomos trabalhar no Exército de Salvação dos Estados Unidos, foi-nos dado para dirigir um lindo Chevrolet quase 0km. Que satisfação sair pelas autoestradas americanas dirigindo um carro daquele tipo, principalmente para minha mulher que gostava de carros automáticos! Olhem o meu olhar de satisfação naquele outono, encostado ao Station Wagon de cor azul! Tínhamos também uma van com a qual transportávamos crianças e velhinhos da comunidade para as nossas diferentes atividades.


Sem o know-how de neve que tenho hoje, acordar e ver pela janela os carros cobertos de neve significava uma mão-de-obra para limpá-los antes de sair para o trabalho.

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Bem, esta é a forma pela qual este carro esporte acreditou que veio a existir. Mas existe alguém chamado homem que tem uma história um tanto semelhante de como veio a existir. Ele acredita que evoluiu de um pequeno pedaço de matéria.

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Meu rosto sério, na foto tirada no mesmo dia, mostra que o exame escrito para obter a carta de habilitação americana não considerei muito fácil... Mas a obtive, felizmente. Não possuo nenhuma carta vencida do longo tempo em que dirigi no Brasil, pois cada uma foi retida como de praxe quando a nova é expedida, inclusive minha última aqui na Finlândia. A atual, finlandesa, do ano de 2000, é válida até o ano de 2013. Por não termos veículo no presente local de trabalho, andamos de bicicleta, um excelente exercício! Foram-se os carros, mas continuam as rodas...

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Mas existe Alguém chamado de O Deus Eterno que criou o homem. Felizes os que têm conviccão de que foram criados por Ele! Algo como achar que o carro é ridículo em imaginar que uma invenção tão complexa quanto o automóvel poderia ter vindo a existir por si mesma.

Continua...

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Dirigi no Brasil muitas Kombis, em Portugal uma "carrinha" como eles chamam. Quando trabalhamos na cidade finlandesa de Vaasa, dirigíamos, tanto Anneli como eu, uma grande van Fiat . Com ela transportávamos pessoas idosas regularmente e também a enchíamos de mantimentos para os pobres no dia anterior ao da distribuição. Larga experiência de chauffeur!

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Parece que qualquer pessoa com bom-senso pode ver qual é a verdade. Você tem dúvidas de que foi o homem que inventou o carro? Então, como pode duvidar ter sido Deus o real Criador do homem?


The End


(ou... um novo início para você no caminho glorioso da fé?)


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Nosso neto, viajando para Portugal, faz escala no aeroporto de Copenhagen e posa diante de um Porsche. Ao lado na exposicão, uma Ferrari vermelha (agosto 2009).


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Imaginem, os profetas antigos já profetizavam acerca de automóveis! Veja isto: "Os carros passam furiosamente pelas ruas, e se cruzam velozes pelas praças; parecem tochas, correm como relâmpago." (Naum 2.4)


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Dois carros do estacionamento do nosso prédio em cores modernas; o primeiro, embora a foto não mostre a cor real, é um Volkswagen bege muito claro.


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Um sábio conselho de pára-choque de caminhão:

"Seja paciente na estrada para não ser paciente no hospital"


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Anúncio de carros novos e usados do jornal de hoje. Ainda que existam muitos carros com as cores do momento, isto é, preta e prateada como no Brasil, a frota finlandesa é diversificada em suas cores, como marrom-caramelo, verde-musgo, azul celeste etc., talvez para quebrar a monotonia do longo inverno branco.


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E pra finalizar, um carro que fotografei na Universal Studios e que me lembrou vagamente de um dos carros que meu avô tivera.


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Próxima postagem:


A Ilha de Alcatraz, em São Francisco-CA.


A Ilha do Diabo, na Guiana Francesa.

O telefone... Disque, quando...


O Telefone
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Pronto, desliguei! Mas por que terá telefonado?
Ah! Sim, Senhor... eu já me lembro.
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É que falei demais e bem pouco escutei.
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Perdão, Senhor, recitei um monólogo e não dialoguei.
Impus minha opinião e não troquei idéias.
Por não ter escutado, eu não aprendi.
Por não ter escutado, nada levei comigo.
Por não ter escutado, não compartilhei.
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Perdão, Senhor, eu estava em comunicação
E agora estamos cortados.
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Michel Quoist - "Poemas para Rezar"

Orelhão de 15m na cidade de Itu-SP, foto cortesia de um amigo que lá reside.


Foto que tirei no Universal Studios, telefone do filme "O incrível homem que encolheu".


Telefone - que funciona - da coleção "Spirit of St.Louis", presente de minha mulher e filhas.

Um judeuzinho ortodoxo ao telefone.
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N ú m e r o s # d e # E m e r g ê n c i a


Quando se sentir triste.................................... chame João 14

Quando se sentir em perigo iminente........... chame Salmo 91

Quando se sentir pecador .............................. chame Salmo 51

Quando sentir pessoas falhando................... chame Salmo 27

Quando sentir que Deus está longe............... chame Salmo 139

Quando sentir a fé fraquejando..................... chame Hebreus 11

Quando se sentir com medo................... ....... chame Salmo 23

Quando se sentir preocupado............... chame Mateus 8:19-34

Quando se sentir ferido pelas críticas........... chame 1 Coríntios 13

Quando se sentir desanimado............... chame Romanos 8:31-39

Quando sentir falta de paz...............chame Mateus 11:25-30

Quando sentir temor ao viajar....................... chame Salmo 121

Quando se sentir deprimido........................... chame Salmo 27

Quando se sentir desiludido com pessoas..... chame João 15:12-27

Quando sentir a esperança falhando............. chame Salmo 126

Quando sentir que a justiça é falha............... chame Salmo 19

Quando se sentir sem frutos na vida............ chame João 15

Quando sentir sem saber como agir............. chame Romanos 12

Quando sentir temor da morte..................... chame João 14:1-3

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"BUSCAI O SENHOR ENQUANTO SE PODE ACHAR,

INVOCAI-O ENQUANTO ESTÁ PERTO"

(Isaías 55:6)